A prevenção de doenças por sedentarismo existe, e está mais ao alcance das pessoas do que se imagina. O alongamento funciona como uma espécie de auxílio geral ao organismo.
Que a prática de exercícios físicos é essencial, todos sabem. Só que, às vezes, não percebemos que um simples alongamento pela manhã pode trazer inúmeros benefícios, e tampouco conhecemos realmente quais benefícios são estes. A educadora física Luana dos Santos, especializada em Ensino da Educação, professora de educação física em escolas e instrutora em ginástica laboral em empresas, explicou mais sobre o risco da ausência de exercícios físicos, assim como a importância das práticas no cotidiano.
De acordo com a educadora física, o sedentarismo representa um grande vilão na vida das pessoas e atuam diretamente na causa de doenças cardíacas, até mesmo em casos que podem ser irreversíveis. “O sedentarismo causa doenças da Lesão por Esforço Repetitivo (LER), hipertensão, arritmia cardíaca, triglicérides, colesterol, entre outros”, afirmou Santos.
Mas a prevenção das doenças existe, e está mais ao alcance das pessoas do que se imagina. O alongamento funciona como uma espécie de auxílio geral ao organismo, conforme Luana.
“O alongamento serve primeiramente para prevenir as doenças. Segundo, porque trabalha a flexão e extensão dos músculos, e auxilia numa melhor circulação sanguínea”, assegurou a educadora.
O coração, um dos principais órgãos do corpo humano, também tem grande parte de seu funcionamento pautado pelas atividades físicas.
“Quando você é sedentário, o coração trabalha aceleradamente. Já quando fazemos atividades físicas, ele trabalha normalmente, porque isso faz com que a corrente sanguínea circule corretamente”, advertiu Santos.
Porém, a prática de exercícios físicos deve ser, obrigatoriamente, vistoriada por um médico, para que se pratique as atividades físicas com segurança, conforme a educadora física.
“Qualquer pessoa que queira fazer exercícios físicos precisa, primeiramente, procurar o médico, porque ele vai fazer a avaliação geral, e solicitar exames de checagem como o eletrocardiograma, exames de fezes e urina. O profissional é responsável por fornecer o laudo médico atestando a aptidão e a não-aptidão da pessoa para a prática de exercícios físicos”, aconselhou.
Os exercícios ideais serão ministrados conforme a saúde do organismo da pessoa, e adequados à capacidade de cada um, individualmente. “Trabalho com hipertensivas, que não podem trabalhar com esforço muscular, atuando apenas com exercícios aeróbicos, onde são priorizados os movimentos e inutiliza o carregamento de peso”, prosseguiu a educadora.
O alongamento
Já a terapeuta Arandi Vasconcellos destaca que o alongamento é tão importante quanto uma série preparada de atividades físicas.
“A prática do alongamento é tão importante quanto fazer exercícios, pois ao estimularmos a musculatura ganhamos flexibilidade, elasticidade da pele e melhoramos a oxigenação dos tecidos, fundamental para desenvolvimento da musculatura”, informou a terapeuta.
De acordo com Vasconcellos, o alongamento deve ser incluído na rotina das pessoas, e não apenas antes dos exercícios físicos, principalmente àqueles que ficam durante horas e horas sentados, realizando suas atividades profissionais.
"É muito importante durante a jornada de trabalho, principalmente para as pessoas que trabalham horas na frente de um computador, realizar mini pausas para se levantarem e fazer alguns movimentos de alongamentos, ao longo de todo o dia, pois ao ficarmos muito tempo em uma mesma posição, comprometemos o fluxo da circulação sanguínea que é responsável por transportar oxigênio, nutrientes e vitaminas para as células do corpo", lembrou.
Além da tradicional LER, problemas circulatórios, dores de cabeça, encurtamentos musculares e tensões nas articulações podem ser ocasionados pela não-prática de alongamentos, de acordo com Arandi. “Com o passar do tempo a situação pode se tornar crônica e gerar hérnias de disco, bicos de papagaio, e etc”, pontuou, afirmando que criar uma rotina de alongamentos melhora a disposição e o rendimento em atividades que necessitam de movimentos. Mas atenção: o médico deve ser consultado.
fonte: site A Crítica
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Leite pode ser boa opção para hidratação após o treino
O leite não só é composto por 90% de água, como também possui altas concentrações de sódio e potássio, minerais que são fundamentais para a hidratação do atleta.
Além de água e das tradicionais bebidas isotônicas, uma boa opção para o corredor hidratar-se após os treinos pode ser o leite. Segundo Vanessa Grigoleto Pimentel, nutricionista especializada em fisiologia do exercício pela Universidade Federal São Paulo e em nutrição esportiva pelas Faculdades Integradas de Santo André, a bebida não só é composta por 90% de água, como também possui altas concentrações de sódio e potássio, minerais que são eliminados por meio do suor durante a atividade física, portanto fundamentais para a hidratação do atleta.
"Estudos mostram que o leite magro (semidesnatado ou desnatado) é mais eficiente na reidratação do que água ou bebidas isotônicas, por ser de digestão mais lenta e rico em sais minerais", salienta a nutricionista, dizendo ainda que o consumo de leite após os treinos também auxilia na regeneração do músculo fatigado, uma vez que ele é rico em proteínas. "Quanto menor o intervalo entre a ingestão das proteínas do leite e o término da atividade física, melhor a resposta do corpo ao exercício", acrescenta.
Vanessa explica que, segundo pesquisadores, todos os tipos de leite têm o potencial de hidratar e recompor os músculos. O semidesnatado, contudo, é a melhor opção para o corredor, por oferecer menos gorduras e calorias, além de manter a qualidade nutricional. Ao contrário do desnatado que, por ser isento de gordura, pode prejudicar a absorção de vitaminas lipossolúveis presentes no leite, como as vitaminas A e D.
fonte: TERRA
Além de água e das tradicionais bebidas isotônicas, uma boa opção para o corredor hidratar-se após os treinos pode ser o leite. Segundo Vanessa Grigoleto Pimentel, nutricionista especializada em fisiologia do exercício pela Universidade Federal São Paulo e em nutrição esportiva pelas Faculdades Integradas de Santo André, a bebida não só é composta por 90% de água, como também possui altas concentrações de sódio e potássio, minerais que são eliminados por meio do suor durante a atividade física, portanto fundamentais para a hidratação do atleta.
"Estudos mostram que o leite magro (semidesnatado ou desnatado) é mais eficiente na reidratação do que água ou bebidas isotônicas, por ser de digestão mais lenta e rico em sais minerais", salienta a nutricionista, dizendo ainda que o consumo de leite após os treinos também auxilia na regeneração do músculo fatigado, uma vez que ele é rico em proteínas. "Quanto menor o intervalo entre a ingestão das proteínas do leite e o término da atividade física, melhor a resposta do corpo ao exercício", acrescenta.
Vanessa explica que, segundo pesquisadores, todos os tipos de leite têm o potencial de hidratar e recompor os músculos. O semidesnatado, contudo, é a melhor opção para o corredor, por oferecer menos gorduras e calorias, além de manter a qualidade nutricional. Ao contrário do desnatado que, por ser isento de gordura, pode prejudicar a absorção de vitaminas lipossolúveis presentes no leite, como as vitaminas A e D.
fonte: TERRA
Dieta emagrece mais do que exercício, mostram pesquisas
O último round da disputa científica entre dieta e exercício físico (qual emagrece mais?) foi vencido pela mudança alimentar.
Atividade física até ajuda a perder uns quilos, mas quem está acima do peso --48,5% da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde-- precisa fechar a boca para ter resultado, de acordo com pesquisas recentes.
Uma delas, publicada em outubro último no periódico "Obesity Reviews", analisou os resultados de 15 trabalhos. Todos mediram o efeito de atividades físicas, como caminhada ou corrida, em pessoas que não fizeram mudanças na dieta.
As conclusões não animam. Na maioria dos estudos (que envolveram 657 pessoas e duraram de três a 64 semanas), a perda de peso foi menor do que a esperada.
"Algumas pessoas conseguem emagrecer bastante, mas, em geral, a prática de atividade física resulta em uma perda de apenas dois ou três quilos", disse à Folha Timothy Church, um dos coordenadores do trabalho. Ele é médico do Centro Pennington de Pesquisa Biomédica, em Louisiana (EUA).
COMPENSAÇÃO
Se toda atividade física causa queima energética e se para emagrecer basta ter um saldo negativo (gastar mais do que ingerir), por que a conta nem sempre fecha?
O trabalho de Church levanta algumas hipóteses. Segundo a principal delas, quem faz exercício acaba compensando a perda de calorias comendo mais. Isso aconteceu em pelo menos dois artigos analisados.
"Não sabemos por que isso ocorre, estamos estudando melhor agora", afirma.
Para o médico do exercício Marcelo Leitão, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, é comum as pessoas superestimarem os efeitos da atividade física.
"As pessoas têm uma noção errada de que se fazem exercícios podem comer o que quiserem. Se você fizer uma hora de atividade e depois tomar uma cervejinha, já recuperou o que perdeu."
Para gastar 500 calorias (meta diária de quem quer perder meio quilo por semana) é preciso fazer uma hora de atividade de alto impacto, como uma aula de "jump". O esforço pode ir embora em dois pedaços de pizza.
"Uma hora de caminhada por dia muda indicadores de saúde, mas não necessariamente faz perder peso", acrescenta Leitão.
FAZENDO AS CONTAS
"É muito mais fácil cortar calorias do que gastar. As dietas, em geral, são supercalóricas", afirma Julio Tirapegui, bioquímico e pesquisador da Universidade de São Paulo.
Uma pessoa com sobrepeso pode consumir mais de 3.000 calorias por dia e um obeso chega a 5.000, segundo o médico argentino Máximo Ravenna, autor de "A Teia de Aranha Alimentar" (Guarda-Chuva, 264 págs., R$ 38). "Não tem como compensar isso com exercício. Tem que reduzir pelo menos 40% da ingestão de alimentos."
Outro ponto a considerar é que o gasto de energia resultante do exercício não é exato: varia segundo o condicionamento físico e as características pessoais (altura, peso, idade). Na dieta, dá para fazer as contas com precisão e cortar calorias.
Foi calculando tudo que colocava para dentro que Lucélia Bispo, 27, auxiliar administrativa, perdeu 23 quilos em cinco meses, sem exercício. Ela fez uma dieta de pontos de um site especializado.
"Não deixava passar nada, anotava até uma bala", diz ela, que antes já tinha feito regime, sem sucesso.
"Sempre dá aquela impressão de que não vamos poder comer nenhuma besteira. Mas aprendi que se for um pouquinho, tudo pode."
O recorde de Lucélia foi ter perdido 2,3 kg em apenas uma semana.
Depois de emagrecer bastante, ela passou a fazer uma dieta de manutenção. Hoje está com 71 kg. "Só agora vou fazer academia, porque fiquei com um pouco de flacidez."
IMPOSSÍVEL NÃO É
É claro que quem pratica exercícios com regularidade e foge da armadilha da compensação alimentar consegue perder peso.
Na cabeça do psiquiatra Volnei Costa, 31, nunca passou a ideia de fazer regime: "Gosto muito de comer".
Quando viu que precisava emagrecer, manteve o cardápio e começou a treinar pesado seis vezes por semana, alternando musculação e exercícios aeróbicos. Em seis meses eliminou oito quilos --passou de 79 kg para 71 kg. Hoje está com 76 kg. "Ganhei massa muscular", diz.
Abandonar o sedentarismo também foi decisivo para a designer Camilla Pires, 23. Com 21 anos e 85 quilos, ela começou a nadar. A atividade motivou mudanças no cardápio. "Passei a pensar mais no que comia. Estava fazendo muito esforço, não podia desperdiçar."
Por um ano, ela juntou a fórmula dos sonhos dos especialistas: adotou uma " alimentação saudável" e se mexeu mais. Além da natação, passou a correr. Perdeu 24 quilos. "Para mim, o que fez a diferença foi o exercício, mas também parei de comer compulsivamente ", conta.
O pesquisador americano Timothy Church, apesar das ressalvas, admite que, com a atividade física, o emagrecimento fica mais fácil. E até dá a receita: 150 minutos de caminhada rápida por semana e 2 dias de treinamento com pesos (20 minutos por dia).
Para Franz Burini, professor da Unesp e médico da academia Reebok Sport Club, não existe atividade física ideal. "O melhor exercício é aquele que é feito", afirma. E não precisa passar uma hora na academia para ter resultado. "Ser fisicamente ativo é se mexer mais todo o tempo. Tem pessoas que treinam uma hora e ficam paradas as outras 23."
fonte:JORNAL FOLHA DE S. PAULO
Atividade física até ajuda a perder uns quilos, mas quem está acima do peso --48,5% da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde-- precisa fechar a boca para ter resultado, de acordo com pesquisas recentes.
Uma delas, publicada em outubro último no periódico "Obesity Reviews", analisou os resultados de 15 trabalhos. Todos mediram o efeito de atividades físicas, como caminhada ou corrida, em pessoas que não fizeram mudanças na dieta.
As conclusões não animam. Na maioria dos estudos (que envolveram 657 pessoas e duraram de três a 64 semanas), a perda de peso foi menor do que a esperada.
"Algumas pessoas conseguem emagrecer bastante, mas, em geral, a prática de atividade física resulta em uma perda de apenas dois ou três quilos", disse à Folha Timothy Church, um dos coordenadores do trabalho. Ele é médico do Centro Pennington de Pesquisa Biomédica, em Louisiana (EUA).
COMPENSAÇÃO
Se toda atividade física causa queima energética e se para emagrecer basta ter um saldo negativo (gastar mais do que ingerir), por que a conta nem sempre fecha?
O trabalho de Church levanta algumas hipóteses. Segundo a principal delas, quem faz exercício acaba compensando a perda de calorias comendo mais. Isso aconteceu em pelo menos dois artigos analisados.
"Não sabemos por que isso ocorre, estamos estudando melhor agora", afirma.
Para o médico do exercício Marcelo Leitão, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, é comum as pessoas superestimarem os efeitos da atividade física.
"As pessoas têm uma noção errada de que se fazem exercícios podem comer o que quiserem. Se você fizer uma hora de atividade e depois tomar uma cervejinha, já recuperou o que perdeu."
Para gastar 500 calorias (meta diária de quem quer perder meio quilo por semana) é preciso fazer uma hora de atividade de alto impacto, como uma aula de "jump". O esforço pode ir embora em dois pedaços de pizza.
"Uma hora de caminhada por dia muda indicadores de saúde, mas não necessariamente faz perder peso", acrescenta Leitão.
FAZENDO AS CONTAS
"É muito mais fácil cortar calorias do que gastar. As dietas, em geral, são supercalóricas", afirma Julio Tirapegui, bioquímico e pesquisador da Universidade de São Paulo.
Uma pessoa com sobrepeso pode consumir mais de 3.000 calorias por dia e um obeso chega a 5.000, segundo o médico argentino Máximo Ravenna, autor de "A Teia de Aranha Alimentar" (Guarda-Chuva, 264 págs., R$ 38). "Não tem como compensar isso com exercício. Tem que reduzir pelo menos 40% da ingestão de alimentos."
Outro ponto a considerar é que o gasto de energia resultante do exercício não é exato: varia segundo o condicionamento físico e as características pessoais (altura, peso, idade). Na dieta, dá para fazer as contas com precisão e cortar calorias.
Foi calculando tudo que colocava para dentro que Lucélia Bispo, 27, auxiliar administrativa, perdeu 23 quilos em cinco meses, sem exercício. Ela fez uma dieta de pontos de um site especializado.
"Não deixava passar nada, anotava até uma bala", diz ela, que antes já tinha feito regime, sem sucesso.
"Sempre dá aquela impressão de que não vamos poder comer nenhuma besteira. Mas aprendi que se for um pouquinho, tudo pode."
O recorde de Lucélia foi ter perdido 2,3 kg em apenas uma semana.
Depois de emagrecer bastante, ela passou a fazer uma dieta de manutenção. Hoje está com 71 kg. "Só agora vou fazer academia, porque fiquei com um pouco de flacidez."
IMPOSSÍVEL NÃO É
É claro que quem pratica exercícios com regularidade e foge da armadilha da compensação alimentar consegue perder peso.
Na cabeça do psiquiatra Volnei Costa, 31, nunca passou a ideia de fazer regime: "Gosto muito de comer".
Quando viu que precisava emagrecer, manteve o cardápio e começou a treinar pesado seis vezes por semana, alternando musculação e exercícios aeróbicos. Em seis meses eliminou oito quilos --passou de 79 kg para 71 kg. Hoje está com 76 kg. "Ganhei massa muscular", diz.
Abandonar o sedentarismo também foi decisivo para a designer Camilla Pires, 23. Com 21 anos e 85 quilos, ela começou a nadar. A atividade motivou mudanças no cardápio. "Passei a pensar mais no que comia. Estava fazendo muito esforço, não podia desperdiçar."
Por um ano, ela juntou a fórmula dos sonhos dos especialistas: adotou uma " alimentação saudável" e se mexeu mais. Além da natação, passou a correr. Perdeu 24 quilos. "Para mim, o que fez a diferença foi o exercício, mas também parei de comer compulsivamente ", conta.
O pesquisador americano Timothy Church, apesar das ressalvas, admite que, com a atividade física, o emagrecimento fica mais fácil. E até dá a receita: 150 minutos de caminhada rápida por semana e 2 dias de treinamento com pesos (20 minutos por dia).
Para Franz Burini, professor da Unesp e médico da academia Reebok Sport Club, não existe atividade física ideal. "O melhor exercício é aquele que é feito", afirma. E não precisa passar uma hora na academia para ter resultado. "Ser fisicamente ativo é se mexer mais todo o tempo. Tem pessoas que treinam uma hora e ficam paradas as outras 23."
fonte:JORNAL FOLHA DE S. PAULO
terça-feira, 13 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Corrida: trote leve após treino intenso ajuda recuperar os músculos
Após o treino intenso, o atleta deve realizar um trote leve, de 10 a 15 minutos, para ajudar na remoção do ácido lático e acelerar a recuperação.
Após um treino intenso, o corredor acumula em sua corrente sanguínea uma grande quantidade de ácido láctico, decorrente do processo metabólico promovido pelo organismo para obtenção de energia. Essa substância é responsável por deixar a musculatura travada e dolorida depois do exercício, o que pode comprometer o treinamento no dia seguinte.
Segundo Kim Cordeiro, diretor-técnico da BKSports Assessoria Esportiva, após o treino intenso, o atleta deve realizar um trote leve, de 10 a 15 minutos, para ajudar na remoção do ácido lático e acelerar a recuperação. "É comprovado que uma atividade física com intensidade de 30% a 40% é mais eficiente para recuperar os músculos que o repouso total. Fazendo um trote leve, a musculatura estará regenerada no dia seguinte e o atleta mais disposto para treinar", salienta.
fonte: TERRA
Após um treino intenso, o corredor acumula em sua corrente sanguínea uma grande quantidade de ácido láctico, decorrente do processo metabólico promovido pelo organismo para obtenção de energia. Essa substância é responsável por deixar a musculatura travada e dolorida depois do exercício, o que pode comprometer o treinamento no dia seguinte.
Segundo Kim Cordeiro, diretor-técnico da BKSports Assessoria Esportiva, após o treino intenso, o atleta deve realizar um trote leve, de 10 a 15 minutos, para ajudar na remoção do ácido lático e acelerar a recuperação. "É comprovado que uma atividade física com intensidade de 30% a 40% é mais eficiente para recuperar os músculos que o repouso total. Fazendo um trote leve, a musculatura estará regenerada no dia seguinte e o atleta mais disposto para treinar", salienta.
fonte: TERRA
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