quinta-feira, 17 de maio de 2012
Especialistas alertam para aumento de casos de hipertensão entre jovens
No Dia Mundial da Hipertensão, especialistas alertam para o aumento desta doença em pacientes cada vez mais jovens: crianças, adolescentes e menores de 40 anos.
Atualmente, esta patologia afeta três a cada 10 pessoas ao redor do mundo.
Aproximadamente 3% das crianças sofre com problemas de hipertensão, enquanto a taxa entre os adolescentes pode chegar a 15%. Um dos principais problemas para o diagnóstico precoce da doença é a falta de acompanhamento médico, já que era raro pessoas dessa faixa etária apresentarem esse distúrbio.
Fonte: FOLHA DE S. PAULO
Câmara aprova regulamentação da profissão de árbitro de futebol
A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira projeto que regulamenta a profissão de árbitro de futebol. Projeto, que segue para o Senado, diz que é crime a fraude na arbitragem.
Como foi modificada pela Câmara, a proposta retorna ao Senado. O projeto aprovado prevê, por exemplo, que constitui crime contra a organização do esporte realizar arbitragem de partida esportiva "de forma fraudulenta". A pena, neste caso, será de seis meses a dois anos, mais multa. A proposta explica que "arbitragem fraudulenta significa interferir, dolosamento, no resultado natural da partida". Segundo o autor do texto substitutivo, deputado André Figuereido (PDT-CE), esse artigo enquadra os juízes.
Há ainda penalidade para erros que eles cometerem ao dirigir as partidas de futebol. Segundo o texto, aos crimes cometidos na arbitragem de partidas de futebol aplicam-se as normais gerais do Código Penal e do Código de Processo Penal.
O texto diz ainda que "a suspensão ou proibição de fazer arbitragem de partidas de futebol pode ser imposta como penalidade principal, isolada ou cumulativamente com outras atividades".
O projeto define que os árbitros e seus auxiliares trabalharão como autônomos.
Fonte: O Globo
Atividade física no frio requer alguns cuidados
Segundo médico, agasalho adequado permite qualquer prática esportiva. Ar frio altera a resposta imunológica de defesa, diz especialista.
Temperaturas baixas do lado de fora. E uma vontade imensa de sair para treinar. Com a chegada do frio, os adeptos das práticas esportivas vivem esse dilema. Perder o treino ou criar coragem para enfrentar o desafio? Os aficionados não pensam duas vezes. Já os mais precavidos, evitam enfrentar o desafio.
Alguns cuidados simples podem deixar a atividade mais tranquila e evitar surpresas como doenças respiratórias. O médico Eduardo Henrique Bonini, especialista em alergia e pneumologia, garante que pode-se praticar qualquer atividade no frio, desde que se use um agasalho adequado.
A respiração constante do ar frio não danifica os pulmões, mas altera o sistema imunológico. “O ar gelado promove uma diminuição do batimento ciliar – cílios revestem todo aparelho respiratório e são responsáveis pela higienização das vias aéreas – e, como consequência, altera a resposta imunológica de defesa”, observa.
Bonini destaca que é fundamental fazer exercícios constantemente, mesmo com temperaturas baixas. “Acho indiferente fazer em ambiente aberto ou fechado. O importante é fazer sempre com atitude saudável, indicada e preventiva para a manutenção do bem estar físico e mental”, diz.
Para os esportes aquáticos, o médico recomenda o uso de roupão, evitando a brusca mudança de temperatura que faz diminuir os batimentos ciliares. Segundo ele, a roupa em outras atividades não interfere no desempenho. “A roupa deve ser adequada para o ambiente: roupa mais fechada ao ar livre e mais leve em ambiente fechado.”, afirma.
O esportista, ressalta Bonini, precisa tomar cuidado com a reposição de líquidos. “Pode até tomar gelado, mas o importante é hidratar-se, com líquidos quentes, normais ou frios. O ar gelado diminuiu a resposta de defesa das vias respiratórias. Por isso, é preciso estar atento à hidratação”, pontua.
De acordo com o especialista, o ar seco é mais preocupante que o ar frio. “O ar seco é prejudicial porque, no exercício, perde-se água na respiração. Menos água, Menor resposta fisiológica de defesa e desempenho”, explica.
Fonte: G1
Exercício físico pode ajudar a diminuir pressão arterial
Segundo estudo, pessoas que têm familiares com pressão alta, mas que realizam exercício físico, têm um risco 34% menor de apresentar o problema em relação aos outros
O exercício físico pode ajudar a diminuir o risco de hipertensão em pessoas que têm um histórico familiar de incidência desta doença, publicou nesta segunda-feira, 14, a revista Hypertension, publicação da Associação Cardíaca dos Estados Unidos.
O estudo, realizado com seis mil voluntários, diz que as pessoas que têm familiares com pressão alta mas que realizam exercício físico têm um risco 34% menor de apresentar o problema em relação a quem não estava com bom condicionamento físico.
"É muito importante entendermos o papel do histórico familiar e da condição física", disse Robin P. Shook, da Escola Arnold de Saúde Pública da Universidade do Sul da Califórnia.
"Os resultados do estudo têm uma mensagem prática: mesmo níveis moderados de exercício, como por exemplo 150 minutos de caminhada rápida por semana, trazem benefícios para as pessoas com pré-disposição para desenvolver pressão alta em função de seu histórico familiar", explicou Shook.
Estudos anteriores mostraram que o histórico familiar é responsável por entre 35% e 65% das chances de uma pessoa apresentar a doença, número que depende de qual dos progenitores teve ou têm a doença e de quando começou o problema.
O estudo foi feito com 6.278 pessoas, a maioria entre 20 e 80 anos, ao longo de uma média de 4,7 anos. Trinta e três dos participantes disseram que seu pai ou mãe tinham hipertensão.
Quando o estudo começou, todos os voluntários eram saudáveis e marcavam pelo menos 85% do ritmo cardíaco máximo previsto para suas idades.
Os pesquisadores determinaram a aptidão cardiorrespiratória dos participantes usando uma prova de exercício na esteira que chegava ao máximo para cada participante.
Durante o estudo, 1.545 dos participantes desenvolveram hipertensão. A pesquisa descobriu que tomando em conjunto as pessoas com e sem histórico familiar de pressão alta, um alto condicionamento físico diminui em 42% as chances de surgimento da hipertensão. No caso de níveis moderados de aptidão física, esse risco caiu 26%.
As pessoas com baixo nível de aptidão física e um familiar com hipertensão mostraram risco 70% maior de desenvolver a hipertensão, em comparação com as pessoas com boa aptidão física e sem histórico familiar de pressão alta.
Fonte: O ESTADO DE S. PAULO
Ser feliz sem ser supermagra é possível
Mulheres que tem apoio em casa, e boas estratégias para lidar com o estresse, tem uma imagem melhor de seus corpos, e são mais felizes.
Distúrbios alimentares, como a bulimia e a anorexia (o mais mortal distúrbio psiquiátrico), são o resultado da pressão que hoje é imposta às mulheres, de serem magras, bonitas, profissionais de sucesso, mães, esposas e membros produtivos da comunidade, tudo ao mesmo tempo. Mas não precisa ser assim.
Uma pesquisa liderada por Shannon Snapp, da Universidade do Arizona, EUA, envolveu 301 estudantes do primeiro ano da universidade, com idades entre 17 e 23 anos, e perguntou a elas coisas como o quanto estavam satisfeitas com seus corpos, qual o apoio que recebiam de casa, etc.
As moças que tinham apoio em casa, e que tinham menos pressão para serem lindas, tinham uma melhor imagem de si mesmas. Também eram aquelas mais propensas a rejeitar pressões para se tornarem “supermulheres”, aquelas que tem que exercer vários papéis e obrigatoriamente ter sucesso em todos eles.
Do outro lado da escala estavam as moças que não lidavam bem com o estresse, evitando os problemas em vez de enfrentá-los, e que acabavam tendo episódios de ingestão de alimentos descontrolados, além de estratégias de controle de peso inadequadas. Além de tudo isto, elas também tinham uma péssima imagem de si mesmas.
O estudo sugere que as mulheres devem aprender a lidar com a pressão, e enfrentar os problemas de forma positiva, pensando neles de formas diferentes, e aprendendo a lidar com os sentimentos relacionados aos mesmos.
Para as jovens que estão em perigo de apresentarem distúrbios alimentares, os pesquisadores sugerem que os programas de prevenção adotem as seguintes estratégias para ajudá-las a lidar com as múltiplas e frequentemente contraditórias exigências que são impostas às mesmas:
•ensiná-las técnicas efetivas de lidar com o estresse;
•ajudá-las a conquistar uma visão mais positiva do próprio corpo através de exercícios e um estilo de vida saudável;
•promover um bem-estar holístico e equilíbrio na vida delas.
“É importante para as mulheres desenvolver um senso de autoestima que não se baseia unicamente na aparência, e construir capacidade de resistência a pressões que possam receber de familiares, amigos e da mídia“, escrevem os pesquisadores.
fonte: www.educacaofisica.com.br
Distúrbios alimentares, como a bulimia e a anorexia (o mais mortal distúrbio psiquiátrico), são o resultado da pressão que hoje é imposta às mulheres, de serem magras, bonitas, profissionais de sucesso, mães, esposas e membros produtivos da comunidade, tudo ao mesmo tempo. Mas não precisa ser assim.
Uma pesquisa liderada por Shannon Snapp, da Universidade do Arizona, EUA, envolveu 301 estudantes do primeiro ano da universidade, com idades entre 17 e 23 anos, e perguntou a elas coisas como o quanto estavam satisfeitas com seus corpos, qual o apoio que recebiam de casa, etc.
As moças que tinham apoio em casa, e que tinham menos pressão para serem lindas, tinham uma melhor imagem de si mesmas. Também eram aquelas mais propensas a rejeitar pressões para se tornarem “supermulheres”, aquelas que tem que exercer vários papéis e obrigatoriamente ter sucesso em todos eles.
Do outro lado da escala estavam as moças que não lidavam bem com o estresse, evitando os problemas em vez de enfrentá-los, e que acabavam tendo episódios de ingestão de alimentos descontrolados, além de estratégias de controle de peso inadequadas. Além de tudo isto, elas também tinham uma péssima imagem de si mesmas.
O estudo sugere que as mulheres devem aprender a lidar com a pressão, e enfrentar os problemas de forma positiva, pensando neles de formas diferentes, e aprendendo a lidar com os sentimentos relacionados aos mesmos.
Para as jovens que estão em perigo de apresentarem distúrbios alimentares, os pesquisadores sugerem que os programas de prevenção adotem as seguintes estratégias para ajudá-las a lidar com as múltiplas e frequentemente contraditórias exigências que são impostas às mesmas:
•ensiná-las técnicas efetivas de lidar com o estresse;
•ajudá-las a conquistar uma visão mais positiva do próprio corpo através de exercícios e um estilo de vida saudável;
•promover um bem-estar holístico e equilíbrio na vida delas.
“É importante para as mulheres desenvolver um senso de autoestima que não se baseia unicamente na aparência, e construir capacidade de resistência a pressões que possam receber de familiares, amigos e da mídia“, escrevem os pesquisadores.
fonte: www.educacaofisica.com.br
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