Respondendo à pergunta da forma mais simples possível: sim, chá verde emagrece, mas com ressalvas.
A bebida de fato tem propriedades que permitem a perda de peso, mas tomar pouco pode não adiantar, e ingerir em excesso pode ser problemático para pessoas obesas ou diabéticas.
A substância no chá verde que auxilia o emagrecimento é um flavonóide chamado catequina. De ação antioxidante, a catequina ajuda a reduzir a concentração de glicose no sangue e a retenção de lipídios no organismo, o que ajuda na perda de peso. Segundo a maioria dos cálculos, bastaria tomar uma dose diária de chá verde para ter bons resultados na redução de gordura corporal.
Mas pesquisadores da Universidade Keimyung (em Daegu, na Coreia do Sul) conduziram um novo estudo que contesta essa tese. Segundo eles, a catequina sozinha não tem ação efetiva se apenas uma dose diária de chá verde for ingerida. Seria preciso tomar muito mais, o que faria a quantidade da substância no intestino saturar e invadir a corrente sanguínea. O efeito colateral deste excesso no sangue seria aumento da resistência à insulina – um sério problema para pacientes diabéticos.
O experimento dos cientistas coreanos comparou, em ratos diabéticos e normais (mas com dietas ricas em gordura), dois tipos de reação: em uma delas, os ratos ingeriam apenas o extrato de chá verde, que contém catequina. No outro, ingeriam este extrato combinado ao polietileno glicol, um componente usado em laxantes e outros fármacos.
A função do polietileno glicol era reduzir a absorção de catequina pelo sangue, retendo-a no intestino dos ratos. E funcionou: enquanto os ratos que ingeriram apenas a catequina não tiveram nenhuma perda expressiva de peso, aqueles que tomaram a substância combinada ao polietileno glicol apresentaram ótimos resultados.
Dessa forma, segundo este estudo, o remédio ideal para o emagrecimento seria um combinado de extrato de chá verde com polietileno glicol. Sozinho, o chá verde também ajuda, mas não de maneira tão eficaz.
fonte: Portal Hypescience
terça-feira, 7 de maio de 2013
Pilates é exercício indicado na prevenção de dor nas costas
Dor nas costas atinge 80% das pessoas em algum momento da vida. Cuidados com a postura e com o peso também são essenciais.
A coluna humana tem 33 vértebras. São 33 ossinhos, e ali no meio passa a medula – o grande canal de comunicação entre o cérebro e o corpo. É uma estrutura muito sensível, cheia de músculos, nervos e discos, e é por isso que a dor nas costas é tão comum – especialistas afirmam que 80% das pessoas vão sofrer com o problema alguma vez na vida.
O ortopedista Luiz Batata e a fisioterapeuta Laura Proença esclareceram as principais causas para a dor e deram dicas para tratá-lo. Laura, inclusive, é instrutora de pilates, um exercício usado para tratar o problema.
O pilates é um conjunto de exercícios em aparelhos específicos e mistura técnicas ocidentais e orientais. Seu foco é desenvolver a força e a flexibilidade, e funciona porque fortalece o core, o conjunto de músculos que seguram a coluna – e isso impede que ela seja sobrecarregada.
A atividade está ficando cada vez mais acessível. O ideal é que as aulas sejam sem rodízio de aparelhos e no máximo em dupla, pois envolvem atenção total do instrutor à realização dos movimentos, que não podem ser muito diferentes. Os aparelhos mais usados são trapézio, barril, carrinho e cadeira, além de bolas, faixas e elásticos.
Além de fortalecer a musculatura do tronco, é preciso ter atenção para não sobrecarregar as costas no dia-a-dia.
O primeiro passo é se manter em boa forma. Se uma pessoa fica dez quilos acima do peso ideal, aumenta em 25% o risco de sofrer de dor nas costas.
Outro tradicional vilão da medicina que também vale para as costas é o cigarro. O fumo reduz a irrigação dos vasos nos discos vertebrais que protegem a coluna e faz com que eles percam a maleabilidade.
A postura também é importantíssima para as costas. Ao dormir, a melhor posição é dormir de lado, com travesseiros para manter a cabeça na mesma linha do ombro.
No computador, a posição ideal é com os ombros abaixados, a lombar no encosto, os dois pés no chão ou em um apoio e olhos na altura do monitor. E o ideal é mudar de posição a cada uma hora, pois os músculos relaxam aos poucos, deixando a coluna desprotegida.
Os profissionais que mais sofrem dor nas costas são exatamente os que têm que se esforçar em posições que não são muito naturais ao ser humano e não conseguem fazer essa adaptação: dentistas, desenhistas em prancheta, operadores de computadores, motoristas, cirurgiões e trabalhadores de escritórios.
fonte: Portal Bem Estar
A coluna humana tem 33 vértebras. São 33 ossinhos, e ali no meio passa a medula – o grande canal de comunicação entre o cérebro e o corpo. É uma estrutura muito sensível, cheia de músculos, nervos e discos, e é por isso que a dor nas costas é tão comum – especialistas afirmam que 80% das pessoas vão sofrer com o problema alguma vez na vida.
O ortopedista Luiz Batata e a fisioterapeuta Laura Proença esclareceram as principais causas para a dor e deram dicas para tratá-lo. Laura, inclusive, é instrutora de pilates, um exercício usado para tratar o problema.
O pilates é um conjunto de exercícios em aparelhos específicos e mistura técnicas ocidentais e orientais. Seu foco é desenvolver a força e a flexibilidade, e funciona porque fortalece o core, o conjunto de músculos que seguram a coluna – e isso impede que ela seja sobrecarregada.
A atividade está ficando cada vez mais acessível. O ideal é que as aulas sejam sem rodízio de aparelhos e no máximo em dupla, pois envolvem atenção total do instrutor à realização dos movimentos, que não podem ser muito diferentes. Os aparelhos mais usados são trapézio, barril, carrinho e cadeira, além de bolas, faixas e elásticos.
Além de fortalecer a musculatura do tronco, é preciso ter atenção para não sobrecarregar as costas no dia-a-dia.
O primeiro passo é se manter em boa forma. Se uma pessoa fica dez quilos acima do peso ideal, aumenta em 25% o risco de sofrer de dor nas costas.
Outro tradicional vilão da medicina que também vale para as costas é o cigarro. O fumo reduz a irrigação dos vasos nos discos vertebrais que protegem a coluna e faz com que eles percam a maleabilidade.
A postura também é importantíssima para as costas. Ao dormir, a melhor posição é dormir de lado, com travesseiros para manter a cabeça na mesma linha do ombro.
No computador, a posição ideal é com os ombros abaixados, a lombar no encosto, os dois pés no chão ou em um apoio e olhos na altura do monitor. E o ideal é mudar de posição a cada uma hora, pois os músculos relaxam aos poucos, deixando a coluna desprotegida.
Os profissionais que mais sofrem dor nas costas são exatamente os que têm que se esforçar em posições que não são muito naturais ao ser humano e não conseguem fazer essa adaptação: dentistas, desenhistas em prancheta, operadores de computadores, motoristas, cirurgiões e trabalhadores de escritórios.
fonte: Portal Bem Estar
Deitar de lado ou de bruços; Qual é a melhor maneira de dormir?
Deitar corretamente protege a coluna vertebral e a previne de dores.
A coluna vertebral é a responsável pela sustentação, mobilidade e agilidade da estrutura corporal. Ou seja, para qualquer corredor ou triatleta a saúde dessa parte do corpo acaba se tornando tão importante quanto um bom condicionamento físico e muscular.
Por isso, o Webrun preparou uma séria de reportagens sobre como cuidar e fortalecer essa estrutura. A primeira trata sobre a importância de uma boa noite de sono e como se posicionar na hora de colocar a cabeça no travesseiro e descansar.
“Quando você deita, a coluna muda de posição, então as posições para dormir tentam colocar a coluna em uma posição normal”, explica Alexandre Elias, médico especialista em cirurgia de coluna vertebral da Universidade Federal do Estado de São Paulo.
O médico ainda ressalta que outro bom conselho a seguir é o bom senso. “Não é porque você passou a vida toda dormindo de certa maneira sem sentir dor que agora há a necessidade de mudança”, afirma.
Veja a seguir três maneiras que podem ajudar a diminuir e até prevenir a dor na região lombar na hora de dormir.
Deitar de lado- Essa é a maneira mais saudável de descansar a coluna.
Deitar de barriga para cima- Com um travesseiro, essa posição pode ser ainda mais saudável para a coluna.
Deitar de bruços- Apesar de não ser uma posição muito indicada, é possível proteger a coluna para um sono mais agradável.
fonte: Portal Webrun
A coluna vertebral é a responsável pela sustentação, mobilidade e agilidade da estrutura corporal. Ou seja, para qualquer corredor ou triatleta a saúde dessa parte do corpo acaba se tornando tão importante quanto um bom condicionamento físico e muscular.
Por isso, o Webrun preparou uma séria de reportagens sobre como cuidar e fortalecer essa estrutura. A primeira trata sobre a importância de uma boa noite de sono e como se posicionar na hora de colocar a cabeça no travesseiro e descansar.
“Quando você deita, a coluna muda de posição, então as posições para dormir tentam colocar a coluna em uma posição normal”, explica Alexandre Elias, médico especialista em cirurgia de coluna vertebral da Universidade Federal do Estado de São Paulo.
O médico ainda ressalta que outro bom conselho a seguir é o bom senso. “Não é porque você passou a vida toda dormindo de certa maneira sem sentir dor que agora há a necessidade de mudança”, afirma.
Veja a seguir três maneiras que podem ajudar a diminuir e até prevenir a dor na região lombar na hora de dormir.
Deitar de lado- Essa é a maneira mais saudável de descansar a coluna.
Deitar de barriga para cima- Com um travesseiro, essa posição pode ser ainda mais saudável para a coluna.
Deitar de bruços- Apesar de não ser uma posição muito indicada, é possível proteger a coluna para um sono mais agradável.
fonte: Portal Webrun
Música ajuda a determinar ritmo da aula e incentivo aos alunos
Estudos demonstram ainda os benefícios da música para a saúde e o emagrecimento
Desde muito cedo convivemos com os mais variados ritmos musicais e, muitas vezes, sequer nos damos conta do quanto a música é capaz de mexer com nosso humor. As mães cantam para ninar e acalmar os bebês; para criar o clima de suspense nos filmes, usa-se as músicas clássicas e instrumentais e até mesmo nas festas a pista só lota se o ritmo for animado. Sabendo dessa capacidade, a música tem sido usada constantemente nas aulas de ginástica coletiva. “A música é um dos principais ingredientes para uma aula de ginástica encantadora”, já diz Sandro Costa, Fitness Coach, Treinador Les Mills/Body Systems. Afinal, serve de estímulo e diversão para que as pessoas se condicionem sem sentir o “peso” do exercício.
A Escola de Medicina de Harvard, nos EUA, divulgou em dezembro o resultado de uma pesquisa sobre o efeito da música no metabolismo, que indicou que o som tem efeito benéfico no sistema nervoso simpático, no eixo hipotálamo-pituitário, na imunidade, na regulação metabólica e no equilíbrio de energia. Há, inclusive, um aumento no metabolismo lipídico e na eliminação do ácido lático pós exercício graças ao uso musical, de acordo com os cientistas americanos.
O professor de ginástica coletiva Robinson Kennedy Luz, da rede Body Systems (www.bodysystems.net), destaca que a música tem papel fundamental na modalidade ao determinar o ritmo do exercício, promovendo estímulos diferentes ao músculo. Além disso, por ter uma grande variedade de estilos, a música consegue agradar a um vasto grupo de pessoas e ainda ajuda a tirar o aluno da sua rotina. “A música se conecta com o aluno, levando-o ao desafio, encorajamento e diversão”, afirma Luz.
Motivação
O uso de músicas nas atividades físicas serve de estímulo para o praticante e cada ritmo, cada batida, pode ser incorporada a um diferente tipo de exercício. “Uma batida forte, de um rock’n roll, por exemplo, faz com que o aluno se sinta estimulado a fazer um esforço ainda maior. O Body Combat, com socos e chutes, está de acordo com o agito que está sendo exercitado, o movimento explosivo e intenso do rock”, sugere Luz.
Costa concorda: “numa aula onde o foco seja o desafio, estilos musicais com muita melodia podem não incentivar os alunos nessa direção. Em contrapartida, para que a aula seja dominada por uma atmosfera sonora constante é importante cuidar do contraste, pois isso também influi diretamente na motivação dos praticantes. Novamente no cenário da aula desafiadora, um bom exemplo seria tocar Hard Rock Clássico, Techno e Gansta Rap”.
Canções mais lentas, por outro lado, podem ser exploradas em aulas que trabalhem flexibilidade e isometria, porque levam a uma suavidade e tranquilidade que colaboram com a concentração na prática da atividade. “Imagine-se fazendo um exercício de alongamento de grande amplitude, onde a respiração pode acalmar e ajudar a relaxar a tensão pra um melhor resultado, ao som de samba enredo. Não combina. Ou agachar com uma barra pesada nas costas ao som de música clássica. Assim, podemos afirmar que a influência de uma boa seleção musical nos resultados que se pode atingir com a prática de uma aula de ginástica pode ser decisiva”, pontua Costa.
O gasto calórico também é influenciado pela musicalidade. Pesquisa da universidade inglesa South Yorkshire, do ano passado, mostrou que a sincronia entre música e atividade física eleva o consumo de oxigênio, colaborando para queimar mais gordurinhas durante a aula.
Set list
O professor de ginástica coletiva pode encher a sua sala de aula ao criar um set list variado e bastante animado e, para isso, precisa estar sempre antenado com as canções do momento. “O primeiro passo é definir qual é o objetivo da aula e, depois, se atualizar sobre as músicas que tocam no rádio, nos filmes, nas novelas”, indica Luz.
O gosto pessoal também precisa ser deixado de lado às vezes e questionar os alunos sobre o que gostariam de ouvir pode ser uma opção para que a aula não esvazie. Observar as reações deles a determinadas músicas também é importante. Combinar o gosto dos alunos e do professor, os objetivos a serem alcançados, os estilos que podem ajudar nessa busca por resultados e as canções que se adequem a esses estilos é uma das formas de conquistar o sucesso.
Robinson Kennedy Luz conta que muitas academias têm usado aulas coordenadas com músicas sertanejas, de axé, ritmos latinos etc. No caso dos programas da Body Systems, as músicas são específicas para cada um deles com o objetivo de colocar o aluno para se mexer, para dançar com um estilo diferente.
Com 20 anos de experiência, Sandro Costa explica que a criatividade do professor de ginástica coletiva é fundamental para que ele se torne uma referência. Ele cita exemplos de sucesso que já promoveu, como aula temática dos anos 80: “foi um estouro! Hoje já está quase saturado explorar esse tema. Recentemente vi alguns professores que tive a oportunidade de capacitar em meus treinos, divulgando e tornando aulas verdadeiros eventos ao ministrarem uma aula inteira com temas originalmente românticos, porém tocados em várias versões e estilos”.
fonte: Portal EF
Desde muito cedo convivemos com os mais variados ritmos musicais e, muitas vezes, sequer nos damos conta do quanto a música é capaz de mexer com nosso humor. As mães cantam para ninar e acalmar os bebês; para criar o clima de suspense nos filmes, usa-se as músicas clássicas e instrumentais e até mesmo nas festas a pista só lota se o ritmo for animado. Sabendo dessa capacidade, a música tem sido usada constantemente nas aulas de ginástica coletiva. “A música é um dos principais ingredientes para uma aula de ginástica encantadora”, já diz Sandro Costa, Fitness Coach, Treinador Les Mills/Body Systems. Afinal, serve de estímulo e diversão para que as pessoas se condicionem sem sentir o “peso” do exercício.
A Escola de Medicina de Harvard, nos EUA, divulgou em dezembro o resultado de uma pesquisa sobre o efeito da música no metabolismo, que indicou que o som tem efeito benéfico no sistema nervoso simpático, no eixo hipotálamo-pituitário, na imunidade, na regulação metabólica e no equilíbrio de energia. Há, inclusive, um aumento no metabolismo lipídico e na eliminação do ácido lático pós exercício graças ao uso musical, de acordo com os cientistas americanos.
O professor de ginástica coletiva Robinson Kennedy Luz, da rede Body Systems (www.bodysystems.net), destaca que a música tem papel fundamental na modalidade ao determinar o ritmo do exercício, promovendo estímulos diferentes ao músculo. Além disso, por ter uma grande variedade de estilos, a música consegue agradar a um vasto grupo de pessoas e ainda ajuda a tirar o aluno da sua rotina. “A música se conecta com o aluno, levando-o ao desafio, encorajamento e diversão”, afirma Luz.
Motivação
O uso de músicas nas atividades físicas serve de estímulo para o praticante e cada ritmo, cada batida, pode ser incorporada a um diferente tipo de exercício. “Uma batida forte, de um rock’n roll, por exemplo, faz com que o aluno se sinta estimulado a fazer um esforço ainda maior. O Body Combat, com socos e chutes, está de acordo com o agito que está sendo exercitado, o movimento explosivo e intenso do rock”, sugere Luz.
Costa concorda: “numa aula onde o foco seja o desafio, estilos musicais com muita melodia podem não incentivar os alunos nessa direção. Em contrapartida, para que a aula seja dominada por uma atmosfera sonora constante é importante cuidar do contraste, pois isso também influi diretamente na motivação dos praticantes. Novamente no cenário da aula desafiadora, um bom exemplo seria tocar Hard Rock Clássico, Techno e Gansta Rap”.
Canções mais lentas, por outro lado, podem ser exploradas em aulas que trabalhem flexibilidade e isometria, porque levam a uma suavidade e tranquilidade que colaboram com a concentração na prática da atividade. “Imagine-se fazendo um exercício de alongamento de grande amplitude, onde a respiração pode acalmar e ajudar a relaxar a tensão pra um melhor resultado, ao som de samba enredo. Não combina. Ou agachar com uma barra pesada nas costas ao som de música clássica. Assim, podemos afirmar que a influência de uma boa seleção musical nos resultados que se pode atingir com a prática de uma aula de ginástica pode ser decisiva”, pontua Costa.
O gasto calórico também é influenciado pela musicalidade. Pesquisa da universidade inglesa South Yorkshire, do ano passado, mostrou que a sincronia entre música e atividade física eleva o consumo de oxigênio, colaborando para queimar mais gordurinhas durante a aula.
Set list
O professor de ginástica coletiva pode encher a sua sala de aula ao criar um set list variado e bastante animado e, para isso, precisa estar sempre antenado com as canções do momento. “O primeiro passo é definir qual é o objetivo da aula e, depois, se atualizar sobre as músicas que tocam no rádio, nos filmes, nas novelas”, indica Luz.
O gosto pessoal também precisa ser deixado de lado às vezes e questionar os alunos sobre o que gostariam de ouvir pode ser uma opção para que a aula não esvazie. Observar as reações deles a determinadas músicas também é importante. Combinar o gosto dos alunos e do professor, os objetivos a serem alcançados, os estilos que podem ajudar nessa busca por resultados e as canções que se adequem a esses estilos é uma das formas de conquistar o sucesso.
Robinson Kennedy Luz conta que muitas academias têm usado aulas coordenadas com músicas sertanejas, de axé, ritmos latinos etc. No caso dos programas da Body Systems, as músicas são específicas para cada um deles com o objetivo de colocar o aluno para se mexer, para dançar com um estilo diferente.
Com 20 anos de experiência, Sandro Costa explica que a criatividade do professor de ginástica coletiva é fundamental para que ele se torne uma referência. Ele cita exemplos de sucesso que já promoveu, como aula temática dos anos 80: “foi um estouro! Hoje já está quase saturado explorar esse tema. Recentemente vi alguns professores que tive a oportunidade de capacitar em meus treinos, divulgando e tornando aulas verdadeiros eventos ao ministrarem uma aula inteira com temas originalmente românticos, porém tocados em várias versões e estilos”.
fonte: Portal EF
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Boca ou nariz, qual é a maneira mais saudável de respirar?
Tente respirar somente pela boca pelo próximo minuto e você logo perceberá que nosso corpo não considera essa a maneira mais ideal para realizar a troca de oxigênio por gás carbônico.
E se você mora em cidades como Brasília, onde o a umidade do ar é baixa, ou em metrópoles poluídas como São Paulo, esse desafio não será dos mais agradáveis e muito menos saudável.
Por isso, a melhor maneira de se respirar é sim pelo nariz. A respiração nasal umidifica e aquece o ar, ao contrário do que acontece na respiração oral. Além disso, o nariz funciona como um filtro, pois purifica o ar e impede que impurezas cheguem ao organismo.
“Em repouso a respiração ideal é inspirar e soltar o ar pelo nariz”, explica o treinador da BR Move, André Ricardo de Souza. Outro benefício de se respirar pelo nariz é a manutenção das defesas naturais como o muco nasal e os micro-cílios, que protegem o organismo de resfriados e sinusites.
Barriga e peito- Além de inspirar e expirar o ar pelas vias corretas, existem ainda duas outras maneiras de se realizar a troca de gases que acontece no pulmão. A mais comum e praticada no dia a dia é a torácica. “Essa respiração é curta e não se utiliza toda a capacidade pulmonar”, explica Souza.
Já a outra maneira é a abdominal. Essa respiração é mais completa, onde é necessário “pensar” em respirar. “Em repouso, normalmente, a respiração abdominal é forçada, pois se utiliza músculos para expandir a caixa torácica e assim fazer ‘caber’ mais ar”, afirma o treinador.
Durante a prática de exercícios físicos mais intensos, o corpo exige a respiração oral.
Correr e respirar- Ao praticar qualquer atividade física o corpo humano automaticamente necessita de mais oxigênio e dependendo da intensidade do exercício respirar pela boca se torna algo necessário.
“O corpo humano não mede esforços quanto a isso. A morfologia do nariz não suporta inspirar todo o ar que o corpo precisa, sendo assim é necessário inspirar e expirar pela boca para ter uma maior entrada de ar”, diz Souza.
Dor no baço- Um dos primeiros sintomas da falta de condicionamento físico é a dor que acomete alguns atletas na região do baço. Segundo Souza, alguns iniciantes na corrida também sofrem desse incômodo, que muitas vezes está relacionado ao diafragma e não ao baço.
Souza explica que a crendice popular sempre relaciona a dor no baço ao excesso de água ou a respiração errada, quando na verdade essa é uma reação muscular. “O diafragma é um músculo que está na horizontal, embaixo do pulmão. Por isso, assim como os músculos da perna ou do braço, esse órgão fadiga e sofre cãibras”, explica.
O treinador diz que não há artigos científicos que comprovem a real dor no baço, mas alguns médicos não descartam essa possibilidade, já que esse órgão funciona como um banco de sangue do corpo. "Com a necessidade maior de circulação sanguínea, o baço libera sangue e com isso contrai. Talvez daí exista algum incômodo", encerra.
fonte: Portal Webrun
E se você mora em cidades como Brasília, onde o a umidade do ar é baixa, ou em metrópoles poluídas como São Paulo, esse desafio não será dos mais agradáveis e muito menos saudável.
Por isso, a melhor maneira de se respirar é sim pelo nariz. A respiração nasal umidifica e aquece o ar, ao contrário do que acontece na respiração oral. Além disso, o nariz funciona como um filtro, pois purifica o ar e impede que impurezas cheguem ao organismo.
“Em repouso a respiração ideal é inspirar e soltar o ar pelo nariz”, explica o treinador da BR Move, André Ricardo de Souza. Outro benefício de se respirar pelo nariz é a manutenção das defesas naturais como o muco nasal e os micro-cílios, que protegem o organismo de resfriados e sinusites.
Barriga e peito- Além de inspirar e expirar o ar pelas vias corretas, existem ainda duas outras maneiras de se realizar a troca de gases que acontece no pulmão. A mais comum e praticada no dia a dia é a torácica. “Essa respiração é curta e não se utiliza toda a capacidade pulmonar”, explica Souza.
Já a outra maneira é a abdominal. Essa respiração é mais completa, onde é necessário “pensar” em respirar. “Em repouso, normalmente, a respiração abdominal é forçada, pois se utiliza músculos para expandir a caixa torácica e assim fazer ‘caber’ mais ar”, afirma o treinador.
Durante a prática de exercícios físicos mais intensos, o corpo exige a respiração oral.
Correr e respirar- Ao praticar qualquer atividade física o corpo humano automaticamente necessita de mais oxigênio e dependendo da intensidade do exercício respirar pela boca se torna algo necessário.
“O corpo humano não mede esforços quanto a isso. A morfologia do nariz não suporta inspirar todo o ar que o corpo precisa, sendo assim é necessário inspirar e expirar pela boca para ter uma maior entrada de ar”, diz Souza.
Dor no baço- Um dos primeiros sintomas da falta de condicionamento físico é a dor que acomete alguns atletas na região do baço. Segundo Souza, alguns iniciantes na corrida também sofrem desse incômodo, que muitas vezes está relacionado ao diafragma e não ao baço.
Souza explica que a crendice popular sempre relaciona a dor no baço ao excesso de água ou a respiração errada, quando na verdade essa é uma reação muscular. “O diafragma é um músculo que está na horizontal, embaixo do pulmão. Por isso, assim como os músculos da perna ou do braço, esse órgão fadiga e sofre cãibras”, explica.
O treinador diz que não há artigos científicos que comprovem a real dor no baço, mas alguns médicos não descartam essa possibilidade, já que esse órgão funciona como um banco de sangue do corpo. "Com a necessidade maior de circulação sanguínea, o baço libera sangue e com isso contrai. Talvez daí exista algum incômodo", encerra.
fonte: Portal Webrun
Assinar:
Postagens (Atom)