O estudo selecionou pacientes com idade média de 79 anos para uma avaliação durante um ano.
A prática regular de exercícios físicos por idosos faz com que procurem menos atendimento médico do que os sedentários. É o que mostra uma pesquisa do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) com dois grupos de pacientes do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), informa a Agência Brasil nesta segunda-feira, 14.
O estudo selecionou pacientes com idade média de 79 anos para uma avaliação durante um ano. Um grupo de 48 idosos que fazem exercícios reduziu em 35% a procura de atendimento em relação a 44 pacientes sedentários.
Por meio de nota, o coordenador do estudo, Samir Salim Daher, especialista em medicina do esporte, destacou que além dos benefícios à saúde, a prática de atividades físicas evita a ocupação de leitos hospitalares e procedimentos de maior complexidade.
Para um hospital do tamanho e da importância do HSPE, onde 60% dos pacientes internados são da terceira idade, a prevenção pode beneficiar outras pessoas que necessitam de atendimento médico, observou.
fonte: site EXAME
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Existem alimentos que aceleram o metabolismo?
Sim. O metabolismo é composto por vários componentes como o gasto energético com atividade física e outras atividades do dia-a-dia, o metabolismo basal, que depende de fatores como hormônios, horas do dia e composição corporal entre outros e a termogênese da dieta que é quanto o organismo degrada de energia para digerir, absorver e metabolizar os nutrientes.
Quando elaboramos uma dieta com o aumento de alguns nutrientes que dão mais trabalho metabólico, temos uma dieta mais termogênica. Um desses elementos é proteína.
Outra forma de promover o aumento do metabolismo é se alimentar em várias refeicoes ou seja, distribuindo o total de calorias em várias refeições ao dia, dessa forma, estimulando o trabalho de digestão e aumentando o gasto energético.
Chá verde, chá branco, cafeína e pimenta são comprovados cientificamente que promovem o gasto energético maior se combinado com outras ações.
Saiba mais nesse vídeo da nutricionista Glaucia Braggion.
http://www.youtube.com/watch?v=9jzae5NHpDA
Quando elaboramos uma dieta com o aumento de alguns nutrientes que dão mais trabalho metabólico, temos uma dieta mais termogênica. Um desses elementos é proteína.
Outra forma de promover o aumento do metabolismo é se alimentar em várias refeicoes ou seja, distribuindo o total de calorias em várias refeições ao dia, dessa forma, estimulando o trabalho de digestão e aumentando o gasto energético.
Chá verde, chá branco, cafeína e pimenta são comprovados cientificamente que promovem o gasto energético maior se combinado com outras ações.
Saiba mais nesse vídeo da nutricionista Glaucia Braggion.
http://www.youtube.com/watch?v=9jzae5NHpDA
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Consumo de shakes deve ser moderado e não deve substituir refeições
Substituir refeições por shakes industrializados parece ser uma boa opção em meio à correria do dia a dia. Em um cotidiano assoberbado, nem sempre é possível apostar em uma refeição leve, nutritiva e equilibrada, e muitas pessoas, aderem as bebidas práticas.
Porém, o que muitos não sabem, é que os shakes industrializados nem sempre suprem as necessidades nutricionais que o corpo necessita para se manter saudável. Os shakes podem não possuir as quantidades necessárias de vitaminas e sais minerais que estão presentes em uma refeição completa, e a longo prazo, isso pode causar doenças graves, como anemia e disfunções renais.
Um teste realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste, contestou os benefícios dos shakes para a saúde e concluiu que marcas como Bio Slim, Diet Shake, Diet Way, Herbalife e In Natura não apresentavam equilíbrio nutricional suficiente. Além disso, as bebidas possuíam desequilíbrio nas taxas de vitaminas e sais minerais. Segundo a Proteste, três das marcas analisadas (Diet Shake, Bio Slim e Diet Way), fornecem taxas de carboidratos, proteínas e gordura a menos do que deveriam, o que pode acarretar na perda de músculos (massa magra) e água, em vez de gordura corporal. A taxa de proteína não deveria ultrapassar 10 a 15% do valor energético do produto, porém, em média, todas as marcas apresentam 32%. As marcas afirmam que estão dentro dos padrões estipulados pela Anvisa e pela OMS, e que se não estivessem, não seriam liberadas por estes órgãos.
O shake é feito à base de leite e por isso carrega nutrientes importantes para o nosso organismo, porém o ideal é consumi-lo como complemento e não como refeição. Uma pessoa que substitui suas refeições por shakes e mantém seu ritmo de treino gasta suas reservas de glicose do organismo, perde massa muscular e corre risco de desnutrição ou crise glicêmica. Por isso, especialistas afirmam que as versões caseiras de shakes são mais saudáveis, porém também não devem substituir refeições.
fonte: Portal EF
Porém, o que muitos não sabem, é que os shakes industrializados nem sempre suprem as necessidades nutricionais que o corpo necessita para se manter saudável. Os shakes podem não possuir as quantidades necessárias de vitaminas e sais minerais que estão presentes em uma refeição completa, e a longo prazo, isso pode causar doenças graves, como anemia e disfunções renais.
Um teste realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste, contestou os benefícios dos shakes para a saúde e concluiu que marcas como Bio Slim, Diet Shake, Diet Way, Herbalife e In Natura não apresentavam equilíbrio nutricional suficiente. Além disso, as bebidas possuíam desequilíbrio nas taxas de vitaminas e sais minerais. Segundo a Proteste, três das marcas analisadas (Diet Shake, Bio Slim e Diet Way), fornecem taxas de carboidratos, proteínas e gordura a menos do que deveriam, o que pode acarretar na perda de músculos (massa magra) e água, em vez de gordura corporal. A taxa de proteína não deveria ultrapassar 10 a 15% do valor energético do produto, porém, em média, todas as marcas apresentam 32%. As marcas afirmam que estão dentro dos padrões estipulados pela Anvisa e pela OMS, e que se não estivessem, não seriam liberadas por estes órgãos.
O shake é feito à base de leite e por isso carrega nutrientes importantes para o nosso organismo, porém o ideal é consumi-lo como complemento e não como refeição. Uma pessoa que substitui suas refeições por shakes e mantém seu ritmo de treino gasta suas reservas de glicose do organismo, perde massa muscular e corre risco de desnutrição ou crise glicêmica. Por isso, especialistas afirmam que as versões caseiras de shakes são mais saudáveis, porém também não devem substituir refeições.
fonte: Portal EF
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Exercitar uma vez por semana é suficiente para mulheres
Estudo com idosas aponta que exercitar-se uma vez por semana é suficiente para que elas melhorem a força e a resistência muscular, e a saúde cardiovascular.
Mulheres com mais de 60 anos de idade não precisam virar sócias das academias para se beneficiarem dos exercícios físicos.
O estudo acompanhou mulheres na terceira idade que realizaram exercícios aeróbicos e treinamento de resistência durante 16 semanas.
Um grupo realizou as atividades combinadas uma vez por semana, um segundo grupo duas vezes por semana, e um terceiro grupo, três vezes por semana.
Os resultados mostraram aumentos significativos na força muscular, no condicionamento cardiovascular e nas tarefas funcionais em todos os grupos.
O inesperado é que não houve diferenças significativas nos resultados entre os grupos.
"Uma das maiores barreiras para as atividades físicas para a população idosa do sexo feminino é a adesão, e uma das principais conclusões do estudo é que fazer só um pouco de exercício já é suficiente," disse Gordon Fisher, da Universidade do Alabama em Birmingham (EUA).
Dizer às pessoas que elas precisam fazer exercícios entre três e cinco dias por semana para melhorar sua saúde em geral pode ser um grande obstáculo.
"A falta de tempo é a barreira mais frequentemente citada para a adesão aos exercícios. Este estudo demonstra que fazer tão-somente um treino combinado de aeróbica e de resistência por semana pode fornecer uma série de benefícios para a qualidade de vida e da saúde global das mulheres mais idosas," disse Fisher.
Segundo ele, os profissionais de saúde devem considerar a incorporação deste tipo de treinamento quando a mulher não puder fazer exercícios vigorosos ou na frequência tipicamente recomendada.
fonte: Diário da Saúde
Mulheres com mais de 60 anos de idade não precisam virar sócias das academias para se beneficiarem dos exercícios físicos.
O estudo acompanhou mulheres na terceira idade que realizaram exercícios aeróbicos e treinamento de resistência durante 16 semanas.
Um grupo realizou as atividades combinadas uma vez por semana, um segundo grupo duas vezes por semana, e um terceiro grupo, três vezes por semana.
Os resultados mostraram aumentos significativos na força muscular, no condicionamento cardiovascular e nas tarefas funcionais em todos os grupos.
O inesperado é que não houve diferenças significativas nos resultados entre os grupos.
"Uma das maiores barreiras para as atividades físicas para a população idosa do sexo feminino é a adesão, e uma das principais conclusões do estudo é que fazer só um pouco de exercício já é suficiente," disse Gordon Fisher, da Universidade do Alabama em Birmingham (EUA).
Dizer às pessoas que elas precisam fazer exercícios entre três e cinco dias por semana para melhorar sua saúde em geral pode ser um grande obstáculo.
"A falta de tempo é a barreira mais frequentemente citada para a adesão aos exercícios. Este estudo demonstra que fazer tão-somente um treino combinado de aeróbica e de resistência por semana pode fornecer uma série de benefícios para a qualidade de vida e da saúde global das mulheres mais idosas," disse Fisher.
Segundo ele, os profissionais de saúde devem considerar a incorporação deste tipo de treinamento quando a mulher não puder fazer exercícios vigorosos ou na frequência tipicamente recomendada.
fonte: Diário da Saúde
Corrida leve e caminhada são atividades físicas mais indicadas para gestantes
Segundo médico, atividade física de baixa intensidade só traz benefícios para a gestante e para o bebê. Corrida leve e caminhada são dois dos esportes mais indicados.
Durante a primeira gestação de Rosita Belinky, 42, ela não deixou o esporte de lado. Praticante de escalada, a mãe de Gabriel e Tatiana encarou os paredões até o momento em que seu corpo começou a atrapalhar na hora de realizar alguns movimentos. “Quando estava grávida do Gabriel, escalei até o sexto mês, e nadei até a véspera do parto. Na escalada chega uma hora em que a barriga atrapalha, não tem mais posição para ‘encaixar’ na parede”, explica.
Já durante a gravidez de Tatiana, sua segunda filha, a tradutora e intérprete adotou atividades físicas diferentes, mas não deixou de praticar esportes. “Com a Tati eu pratiquei spinning e pilates – em um ritmo bem menos acelerado – até o sexto mês também. Eu brincava de stand-up paddle quando ia à praia. Com a Tati na barriga e o Gabriel pegando carona”, relembra.
Belinky foi sempre fisicamente ativa durante suas gestações, mas não começou a praticar esportes somente quando engravidou. Antes de ser mãe, ela já tinha como rotina diária a escalada, spinning e natação.
“Ninguém deve tentar entrar em forma durante a gestação. A atividade física é sempre saudável, mas quando a mulher está grávida é preciso tomar alguns cuidados”, explica Julio Elito Junior, obstetra e professor da Universidade Federal do Estado de São Paulo.
Por isso o médico aponta a corrida em ritmo leve e a caminhada como duas opções válidas para gestantes. “Tenho algumas pacientes que me perguntam se elas podem continuar correndo normalmente. Isso é totalmente desaconselhável. A corrida leve, respeitando os limites do corpo e as indicações médicas, é muito saudável, mas nada de querer correr uma maratona com o bebê na barriga”, afirma o obstetra.
A prática esportiva, inclusive, pode auxiliar no controle de algumas doenças adquiridas em função da gravidez. “O diabetes gestacional, por exemplo, é controlado com acompanhamento nutricional e também com a prática esportiva, portanto uma mãe ativa pode influenciar de forma direta na saúde de seu bebê”, explica.
O médico ressalta que a escolha do esporte durante esse período e uma orientação profissional adequada são essenciais. “Atividades que envolvem impactos devem ser evitadas. Assim como as que exigem muito de articulações. Durante a gravidez um hormônio relaxa essa parte do corpo em função do parto”, afirma.
Atividades aeróbicas
Nas suas duas gestações Belinky se preocupou em não deixar o esporte de lado, mas com uma intensidade de treinos bem menor. Segundo ela, a única alteração que sentiu era o cansaço, que chegava mais rápido.
Diminuir a intensidade da atividade física é fundamental para a saúde do bebê, ressalta Elito, por isso exercícios aeróbicos são os mais indicados. “Durante uma atividade anaeróbica a temperatura do corpo aumenta bastante, existe uma hipertermia. Essa temperatura exagerada é nociva ao bebê”, afirma o médico, lembrando que os batimentos cardíacos também devem ser controlados. “O número de batimentos por minuto deve ficar abaixo de 140 enquanto a gestante se exercita”.
Proteger o abdômen
Assim que uma mulher engravida a barriga se torna uma das regiões mais sensíveis do corpo e proteger essa área de batidas e traumas é fundamental para a saúde do bebê. “No primeiro trimestre da gestação existe um risco muito grande de aborto espontâneo, que chega na casa de 15% e isso sempre está relacionado ao excesso de esforço”, aponta o médico.
Além de não abusar do condicionamento físico outra preocupação que qualquer grávida praticante de atividade física precisa ter é sobre a escolha do esporte. “Qualquer esporte que envolva um risco de queda, como por exemplo, mountain bike, deve ser evitado”, aconselha Elito. “Praticar um trekking leve, musculação ou esportes aquáticos são mais apropriados”.
O médico diz que esportes a remo estão na listagem de modalidades adequadas, desde que aconteçam em águas calmas. “A mensagem mais prudente aqui é que trauma e risco de queda são coisas perigosas. A durante a gravidez essas são coisas que precisam ser evitadas”, finaliza o obstetra.
fonte: Webrun
Durante a primeira gestação de Rosita Belinky, 42, ela não deixou o esporte de lado. Praticante de escalada, a mãe de Gabriel e Tatiana encarou os paredões até o momento em que seu corpo começou a atrapalhar na hora de realizar alguns movimentos. “Quando estava grávida do Gabriel, escalei até o sexto mês, e nadei até a véspera do parto. Na escalada chega uma hora em que a barriga atrapalha, não tem mais posição para ‘encaixar’ na parede”, explica.
Já durante a gravidez de Tatiana, sua segunda filha, a tradutora e intérprete adotou atividades físicas diferentes, mas não deixou de praticar esportes. “Com a Tati eu pratiquei spinning e pilates – em um ritmo bem menos acelerado – até o sexto mês também. Eu brincava de stand-up paddle quando ia à praia. Com a Tati na barriga e o Gabriel pegando carona”, relembra.
Belinky foi sempre fisicamente ativa durante suas gestações, mas não começou a praticar esportes somente quando engravidou. Antes de ser mãe, ela já tinha como rotina diária a escalada, spinning e natação.
“Ninguém deve tentar entrar em forma durante a gestação. A atividade física é sempre saudável, mas quando a mulher está grávida é preciso tomar alguns cuidados”, explica Julio Elito Junior, obstetra e professor da Universidade Federal do Estado de São Paulo.
Por isso o médico aponta a corrida em ritmo leve e a caminhada como duas opções válidas para gestantes. “Tenho algumas pacientes que me perguntam se elas podem continuar correndo normalmente. Isso é totalmente desaconselhável. A corrida leve, respeitando os limites do corpo e as indicações médicas, é muito saudável, mas nada de querer correr uma maratona com o bebê na barriga”, afirma o obstetra.
A prática esportiva, inclusive, pode auxiliar no controle de algumas doenças adquiridas em função da gravidez. “O diabetes gestacional, por exemplo, é controlado com acompanhamento nutricional e também com a prática esportiva, portanto uma mãe ativa pode influenciar de forma direta na saúde de seu bebê”, explica.
O médico ressalta que a escolha do esporte durante esse período e uma orientação profissional adequada são essenciais. “Atividades que envolvem impactos devem ser evitadas. Assim como as que exigem muito de articulações. Durante a gravidez um hormônio relaxa essa parte do corpo em função do parto”, afirma.
Atividades aeróbicas
Nas suas duas gestações Belinky se preocupou em não deixar o esporte de lado, mas com uma intensidade de treinos bem menor. Segundo ela, a única alteração que sentiu era o cansaço, que chegava mais rápido.
Diminuir a intensidade da atividade física é fundamental para a saúde do bebê, ressalta Elito, por isso exercícios aeróbicos são os mais indicados. “Durante uma atividade anaeróbica a temperatura do corpo aumenta bastante, existe uma hipertermia. Essa temperatura exagerada é nociva ao bebê”, afirma o médico, lembrando que os batimentos cardíacos também devem ser controlados. “O número de batimentos por minuto deve ficar abaixo de 140 enquanto a gestante se exercita”.
Proteger o abdômen
Assim que uma mulher engravida a barriga se torna uma das regiões mais sensíveis do corpo e proteger essa área de batidas e traumas é fundamental para a saúde do bebê. “No primeiro trimestre da gestação existe um risco muito grande de aborto espontâneo, que chega na casa de 15% e isso sempre está relacionado ao excesso de esforço”, aponta o médico.
Além de não abusar do condicionamento físico outra preocupação que qualquer grávida praticante de atividade física precisa ter é sobre a escolha do esporte. “Qualquer esporte que envolva um risco de queda, como por exemplo, mountain bike, deve ser evitado”, aconselha Elito. “Praticar um trekking leve, musculação ou esportes aquáticos são mais apropriados”.
O médico diz que esportes a remo estão na listagem de modalidades adequadas, desde que aconteçam em águas calmas. “A mensagem mais prudente aqui é que trauma e risco de queda são coisas perigosas. A durante a gravidez essas são coisas que precisam ser evitadas”, finaliza o obstetra.
fonte: Webrun
Assinar:
Postagens (Atom)