Pílula do pãozinho, spirulina e pholia magra estão entre os fitoterápicos mais buscados para a perda de peso.
A ideia de conseguir emagrecer sem precisar fazer uma dieta equilibrada e a proibição da venda de alguns remédios para o emagrecimento faz com que muita gente recorra ao universo das pílulas naturais vendidas nas farmácias e em lojas especializadas. Porém, é preciso tomar cuidado ao ingerir estes fitoterápicos. Algumas delas podem causar o aborto, hemorragia, úlcera, distensão abdominal, entre outros problemas quando utilizadas sem a orientação de um profissional da área da saúde.
Vale ressaltar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) controla a produção, a liberação para consumo (todos os produtos devem ter registro) e acompanha a comercialização dos medicamentos fitoterápicos, podendo retirá-los do mercado caso seu consumo apresente risco para a população.
Foram selecionadas as principais pílulas e explicamos como elas ajudam no emagrecimento. Confira os benefícios e riscos da spirulina, pílula do pãozinho e pholia magra.
Cápsulas anticarboidrato ou pílula do pãozinho
A pílula do pãozinho é uma combinação de algas marrons, Ascophylium nodosum e Fucus vesiculosus. Elas agem reduzindo a absorção de carboidrato e também o apetite, pois o contato com a água resulta na formação de uma espécie de gel no estômago fazendo com que a pessoa sinta-se satisfeita.
Esta cápsula deve ser evitada por pacientes com doenças intestinais e quem possui hipertireoidismo precisa ter o consumo monitorado, pois o Fucus é um estimulante da tireoide. Ao ser ingerida sem a orientação de um profissional da área da saúde, a pílula pode causar dor e distensão abdominal, náuseas, vômitos, astenia e sede excessiva.
Quando ingerida sem a orientação correta de um profissional da área da saúde, o fitoterápico pode causar dor e distensão abdominal, náuseas, vômitos, astenia e sede excessiva.
Spirulina
A spirulina é normalmente chamada de alga, mas na realidade é uma cianobactéria, que realiza a fotossíntese como as plantas. "Ela já tem algum uso e reconhecimento para o tratamento de obesidade. A spirulina é rica em aminoácidos livres, incluindo a fenilalanina, que atuam no centro da fome no hipotálamo", afirma o clínico geral e fitoterapeuta Alexandros Botsaris, presidente do Conselho Diretor da ABFIT. Assim, este fitoterápico proporciona saciedade.
A pílula também é interessante por ser rica em proteínas, importante para a reparação de tecidos, ferro, que atua no transporte de oxigênio no organismo e previne problemas como anemia, dor de cabeça e cansaço. Também carrega cálcio, importante para a manutenção de ossos, dentes e unhas e tem ação antioxidante.
Pessoas com doenças intestinais devem tomar cuidado com o consumo da spirulina. Quando ingerida sem a orientação correta de um profissional da área da saúde, o fitoterápico pode causar dor e distensão abdominal, náuseas, vômitos, astenia e sede excessiva.
Pholia Magra
Assim como a pholia negra, a pholia magra é um extrato de erva-mate. Ainda há poucos estudos sobre o seu uso para o emagrecimento. "Sabemos que todas bebidas ricas em cafeína, como é o caso deste fitoterápico, aumentam o metabolismo, e por isso podem ajudar um pouco a perda de peso", observa Botsaris.
A cafeína presente na pholia magra também pode ajudar a reduzir a celulite por estimular a circulação. Porém, há o risco deste mesmo composto trazer problemas quando ingerido sem a orientação de um profissional de saúde. "Por sua atividade sobre a pressão arterial, ela pode descompensar o paciente, principalmente se estiver fazendo uso de algum medicamento anti-hipertensivo", afirma Fiut. O consumo da pholia magra deve ser evitado durante a gravidez, amamentação e por pessoas com diabetes e hipertensão.
fonte: site Minha Vida
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Diabetes e esporte: exercícios físicos são recomendados
No dia 14 de novembro se celebra o Dia Mundial do Diabetes (ou Diabetes Mellitus), síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos, causando aumento da glicose (açúcar) no sangue.
O diabetes acontece quando o pâncreas não é capaz de produzir o hormônio insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina). A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia. Portanto, se houver falta desse hormônio, ou mesmo se ele não agir corretamente, haverá um aumento da glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes.
No diabetes tipo 1, o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo com que nossos anticorpos ataquem as células que produzem esse hormônio. O diabetes tipo 1 ocorre em 5 a 10% dos pacientes com diabetes. Já no diabetes tipo 2 existe uma combinação de dois fatores: a diminuição da secreção de insulina e um defeito na sua ação, conhecido como resistência à insulina. O diabetes tipo 2 ocorre em cerca de 90% dos pacientes com diabetes.
Independente do tipo de diabetes, além do controle alimentar, a prática de atividades físicas é fundamental para manter os níveis de glicose e peso adequados evitando, assim, possíveis complicações.
fonte: Portal EF
O diabetes acontece quando o pâncreas não é capaz de produzir o hormônio insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina). A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia. Portanto, se houver falta desse hormônio, ou mesmo se ele não agir corretamente, haverá um aumento da glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes.
No diabetes tipo 1, o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo com que nossos anticorpos ataquem as células que produzem esse hormônio. O diabetes tipo 1 ocorre em 5 a 10% dos pacientes com diabetes. Já no diabetes tipo 2 existe uma combinação de dois fatores: a diminuição da secreção de insulina e um defeito na sua ação, conhecido como resistência à insulina. O diabetes tipo 2 ocorre em cerca de 90% dos pacientes com diabetes.
Independente do tipo de diabetes, além do controle alimentar, a prática de atividades físicas é fundamental para manter os níveis de glicose e peso adequados evitando, assim, possíveis complicações.
fonte: Portal EF
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Efeitos de esteroides podem ser mantidos por até dez anos
Segundo pesquisa da Universidade de Oslo (Noruega) publicada no “Journal of Physiology”, o consumo de testosterona por um curto período pode facilitar o ganho de massa muscular por até dez anos.
A pesquisa, realizada em ratos, alerta que, se os efeitos forem os mesmos em humanos, haverá grande impacto nas penalidades por doping.
No estudo, os pesquisadores dividiram ratos em dois grupos, sendo que, em um deles, todos os animais receberam injeção de testosterona. Três meses depois, os animais realizaram seis dias de atividade física intensa, porém os ratos que receberam a substância no organismo tiveram um ganho muscular de 30%. Nos demais, este índice foi de apenas 6%.
Segundo os cientistas, os esteroides podem facilitar o desenvolvimento da massa muscular, mesmo que estes hormônios já não sejam mais utilizados pelos atletas há um bom tempo.
A atual proposta da Agência Mundial Antidoping é aumentar de dois para quatro anos a penalidade para os atletas que forem flagrados usando substâncias proibidas para melhorar o desempenho. Para os pesquisadores, a penalidade deveria ser bem mais longa, já que o estudo aponta que os efeitos dos esteroides podem ser mantidos por anos.
Artigo:
http://www.mn.uio.no/ibv/forskning/grupper/fysiologi/labgrupper/gundersen/for-media/pressemeldinger/press_release_steroids_musclememory_jop.pdf
fonte: Portal EF
A pesquisa, realizada em ratos, alerta que, se os efeitos forem os mesmos em humanos, haverá grande impacto nas penalidades por doping.
No estudo, os pesquisadores dividiram ratos em dois grupos, sendo que, em um deles, todos os animais receberam injeção de testosterona. Três meses depois, os animais realizaram seis dias de atividade física intensa, porém os ratos que receberam a substância no organismo tiveram um ganho muscular de 30%. Nos demais, este índice foi de apenas 6%.
Segundo os cientistas, os esteroides podem facilitar o desenvolvimento da massa muscular, mesmo que estes hormônios já não sejam mais utilizados pelos atletas há um bom tempo.
A atual proposta da Agência Mundial Antidoping é aumentar de dois para quatro anos a penalidade para os atletas que forem flagrados usando substâncias proibidas para melhorar o desempenho. Para os pesquisadores, a penalidade deveria ser bem mais longa, já que o estudo aponta que os efeitos dos esteroides podem ser mantidos por anos.
Artigo:
http://www.mn.uio.no/ibv/forskning/grupper/fysiologi/labgrupper/gundersen/for-media/pressemeldinger/press_release_steroids_musclememory_jop.pdf
fonte: Portal EF
Benefícios do magnésio para os exercícios
Estudos mostram que o exercício faz uma redistribuição do magnésio para os sítios ativos no corpo.
O magnésio é um dos minerais mais abidantes no organismo e participa de mais de 300 processos bioquímicos envolvendo atividade enzimática que na maioria das vezes implica na síntese de DNA e RNA e, também no metabolismo energético. Muitas pessoas não atingem a quantidade ideal diária de magnésio e somada às suas perdas pela atividade física através do suor e urina esse mineral pode ficar deficiente. Para atletas ele é importante devido o seu envolvimento na glicólise (fornecimento de glicose), no ciclo do ácido cítrico e na produção de creatina fosfato.
Ele é relacionado a redução na pressão arterial em hipertensos por afetar a excitabilidade da contração do miocárdio. Evidências mostram que o exercício provoca uma redistribuição do magnésio para os sítios ativos no corpo e que uma deficiência desse mineral pode afetar negativamente a performance. Estudos clínicos descreveram sua influência na função imune e inflamatória em que sua deficiência aumenta o índice de citocinas pró-inflamatórias. É importante que os seus níveis estejam altos no recovery para afetar o metabolismo e a síntese protéica.
Estudos mostram que em exercícios de resistência e contrações isométricas a suplementação de magnésio mostra resultados controversos. Alguns apontam um aumento de 20% na força de pico de torque de extensão do joelho devido ao seu papel nos níveis ribossomais. Enquanto, outros não encontraram essa relação. Foi demonstrado sua relação com o aumento do IGF1 o que pode aumentar os níveis de testosterona.
fonte: site A Tarde
O magnésio é um dos minerais mais abidantes no organismo e participa de mais de 300 processos bioquímicos envolvendo atividade enzimática que na maioria das vezes implica na síntese de DNA e RNA e, também no metabolismo energético. Muitas pessoas não atingem a quantidade ideal diária de magnésio e somada às suas perdas pela atividade física através do suor e urina esse mineral pode ficar deficiente. Para atletas ele é importante devido o seu envolvimento na glicólise (fornecimento de glicose), no ciclo do ácido cítrico e na produção de creatina fosfato.
Ele é relacionado a redução na pressão arterial em hipertensos por afetar a excitabilidade da contração do miocárdio. Evidências mostram que o exercício provoca uma redistribuição do magnésio para os sítios ativos no corpo e que uma deficiência desse mineral pode afetar negativamente a performance. Estudos clínicos descreveram sua influência na função imune e inflamatória em que sua deficiência aumenta o índice de citocinas pró-inflamatórias. É importante que os seus níveis estejam altos no recovery para afetar o metabolismo e a síntese protéica.
Estudos mostram que em exercícios de resistência e contrações isométricas a suplementação de magnésio mostra resultados controversos. Alguns apontam um aumento de 20% na força de pico de torque de extensão do joelho devido ao seu papel nos níveis ribossomais. Enquanto, outros não encontraram essa relação. Foi demonstrado sua relação com o aumento do IGF1 o que pode aumentar os níveis de testosterona.
fonte: site A Tarde
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
BCAA´s melhoram o balanço proteico muscular
Os BCAA´s, abreviação de "Branch Chain Amino Acids" ou "aminoácidos de cadeia ramificada", estão entre os suplementos mais importantes para qualquer programa nutricional esportivo.
Eles constituem até 35% da massa muscular corporal e são indispensáveis para a manutenção e o crescimento dos músculos.
Entre os nove aminoácidos considerados essenciais e que não podem ser sintetizados pelo organismo, estão os três aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) leucina, valina e isoleucina. Os BCAA's podem atenuar a perda de massa magra, favorecer o processo de cicatrização, melhorar o balanço proteico muscular e sistema imunológico, além de propiciar efeitos benéficos no tratamento de doenças hepáticas e renais.
Durante o treino intenso com pesos, o corpo normalmente fica em um estado altamente catabólico. Nesse momento, se não houver os nutrientes necessários para abastecer o organismo, o corpo começa a absorver os aminoácidos que estão presentes nos músculos para suprir a demanda por energia. O resultado disso é a perda de massa muscular. Por isso, fornecer os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA), especialmente durante esses períodos de estresse, faz com que esse sinal não seja dado, e consequentemente os músculos continuem a sintetizar proteínas e não entrem em catabolismo.
Os BCAA's agem como transportadores de nitrogênio, que auxiliam os músculos a sintetizarem outros aminoácidos necessários para promover o crescimento muscular. Eles estimulam a produção de insulina, o que faz com que os aminoácidos penetrem mais facilmente nas células musculares, para que possam servir de matéria-prima na construção dos músculos. Porém, como qualquer suplementação, é necessária a indicação de um nutricionista, que vai indicá-la de acordo com o objetivo, exercício físico realizado, período de treino e estado clínico e nutricional do atleta.
fonte: Portal EF
Eles constituem até 35% da massa muscular corporal e são indispensáveis para a manutenção e o crescimento dos músculos.
Entre os nove aminoácidos considerados essenciais e que não podem ser sintetizados pelo organismo, estão os três aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) leucina, valina e isoleucina. Os BCAA's podem atenuar a perda de massa magra, favorecer o processo de cicatrização, melhorar o balanço proteico muscular e sistema imunológico, além de propiciar efeitos benéficos no tratamento de doenças hepáticas e renais.
Durante o treino intenso com pesos, o corpo normalmente fica em um estado altamente catabólico. Nesse momento, se não houver os nutrientes necessários para abastecer o organismo, o corpo começa a absorver os aminoácidos que estão presentes nos músculos para suprir a demanda por energia. O resultado disso é a perda de massa muscular. Por isso, fornecer os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA), especialmente durante esses períodos de estresse, faz com que esse sinal não seja dado, e consequentemente os músculos continuem a sintetizar proteínas e não entrem em catabolismo.
Os BCAA's agem como transportadores de nitrogênio, que auxiliam os músculos a sintetizarem outros aminoácidos necessários para promover o crescimento muscular. Eles estimulam a produção de insulina, o que faz com que os aminoácidos penetrem mais facilmente nas células musculares, para que possam servir de matéria-prima na construção dos músculos. Porém, como qualquer suplementação, é necessária a indicação de um nutricionista, que vai indicá-la de acordo com o objetivo, exercício físico realizado, período de treino e estado clínico e nutricional do atleta.
fonte: Portal EF
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