Homens e mulheres ganham músculos torneados, flexibilidade e, de quebra, queimam 1.500 calorias.
Chutes, socos, cotoveladas, joelhadas... Muitos fogem do Muay Thai por considerarem essa arte marcial tailandesa agressiva demais, mas os benefícios para o corpo fazem o esforço valer a pena: maior flexibilidade, músculos mais definidos e menos gordurinhas - tudo isso em um treino para lá de agitado. "Os treinos já começam com um aquecimento de corrida, polichinelos, saltos, alongamentos, flexões de braços, abdominais e agachamentos", conta o professor de Educação Física e especialista em artes marciais Fabricio Boscolo Del Vecchio, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
Esse é só o começo: o treino do Muay Thai segue com aperfeiçoamento de diferentes formas de socos, chutes, cotoveladas e joelhadas e de domínio do adversário (clinch). "Há ainda as famosas 'luvas', quando os companheiros de treinos fazem lutas simuladas, um a três rounds de dois a quatro minutos", acrescenta o profissional. Para finalizar, mais exercícios de condicionamento físico, alongamentos e massagens. Haja fôlego, mas não se preocupe: tamanho esforço físico só traz benefícios! Confira abaixo as vantagens do Muay Thai apontadas por profissionais dessa luta:
Aptidão física de campeão
Por exigir bastante do corpo, o treino do Muay Thai é uma ótima alternativa para melhorar a forma e o condicionamento físico "Aptidão física é o preparo do corpo para realização de esforços intensos, composta por quatro grupos de variáveis: composição corporal (percentual de gordura, circunferências da cintura e massa corporal, por exemplo), força e resistência muscular (capacidade de realizar agachamentos, flexões de braço e abdominais), condicionamento cardiorrespiratório (habilidade de realizar corridas, trotes, lutas sem fadiga ou cansaço precoce) e flexibilidade (que envolve a realização de movimentos com boas amplitudes sem dificuldades ou limitações por músculos encurtados ou articulações 'travadas')", explica o professor de Educação Física e especialista em artes marciais Fabricio Boscolo Del Vecchio.
Autoestima nas nuvens
Para Fabricio Del Vecchio, o Muay Thai também é capaz de aumentar a autoestima de quem pratica. "Praticando um esporte de combate, a pessoa passa a se sentir mais segura e confiante, a sua autoestima melhora e ela exibe maior disposição para enfrentar os desafios da vida", afirma o professor. Mas, calma, isso não quer dizer que a prática do Muay Thai em si não prepara a pessoa para a autodefesa, contra assaltos e violência urbana. "O que a pessoa aprende é a se cuidar mais e a se expor menos no dia a dia", esclarece Fabricio.
Metabolismo mais rápido
Um dos segredos de um metabolismo rápido é a prática de atividade física - ainda mais se for bem intensa, como o Muay Thai. É essa intensidade que, para o mestre André Gomes, da Federação Paulista de Muay Thai, garante um metabolismo veloz. "A pessoa faz esforços intensos e, para conseguir realizá-los, precisa de bastante energia, ou seja, o organismo necessita trabalhar mais para proporcionar energia suficiente para as atividades", explica o profissional.
Alto gasto calórico
Para tirar a limpo o gasto calórico dessa atividade, pesquisadores da Universidade de Cagliari, na Itália, simularam uma luta de Muay Thai - três rounds de três minutos cada, com um minuto de intervalo entre eles. Ali, os lutadores aplicaram seis ataques (joelhadas, cotoveladas, socos e chutes) e, depois, realizaram seis defesas de modo ininterrupto.
Segundo os lutadores que participaram do estudo, a simulação reproduziu cerca de 80% do que a luta é de fato. Nesse período de nove minutos, o gasto calórico foi de, aproximadamente, 14 calorias por minuto - ou seja, 126 calorias ao todo. "Parece pouco, certo? Mas se multiplicarmos a média das calorias da sessão (11 calorias/min) por 50 minutos de exercícios, considerando os intervalos de um minuto, teremos 550 calorias provindas do sistema aeróbio, o que é bastante para um treino", calcula Fabricio Del Vecchio.
Considerando que um treino dessa modalidade costuma durar uma hora e meia e envolve outras atividades que não apenas o combate, o gasto calórico pode aumentar ainda mais. "Um aluno pode queimar de 1000 a 1500 calorias, dependendo do ritmo da aula e de seu metabolismo", afirma o mestre André Gomes.
Sistema imunológico blindado
A prática do Muay Thai traz melhorias até mesmo no sistema imunológico em longo prazo. A atividade exige bastante do corpo, preparando-o para estímulos cada vez mais fortes. Em curto prazo, no entanto, é o efeito inverso que acontece. "Um único treino ou uma semana mais puxada de treinos isoladamente podem causar uma queda de imunidade", conta Fabricio. ?Por isso, se você pegar muito pesado em um treino ou em uma semana, tente ir mais leve nas próximas oportunidades, para dar tempo de o seu organismo se recuperar do estímulo anterior e, então, estar pronto e disposto para um nível superior de exigências.
Músculos mais torneados
Nem um, nem dois grupos musculares: o Muay Thai desenvolve diversos músculos de uma só vez! "Por trabalhar com muitos chutes e joelhadas, a modalidade oferece excelente desenvolvimento para os membros inferiores, glúteos e parte central, que compreende abdome e região lombar", garante Fabricio Del Vecchio. Mas o professor lembra que, se você também quiser trabalhar os músculos superiores, basta conversar com seu mestre para incluir séries de exercícios especiais.
Corpo mais flexível
Quando uma pessoa pouco flexível procura o Muay Thai, ela costuma perceber uma grande melhoria. "Há ganho na flexibilidade dos músculos lombares, posteriores da coxa, flexores e extensores dos quadris, em especial porque os gestos da modalidade e os exercícios realizados no início e ao final dos treinos acabam estimulando diferentes amplitudes de movimento que, com a prática, proporcionam estes ganhos", afirma o professor da UFPel.
Mais força e agilidade
Para ganhar mais força, o treino do Muay Thai conta com exercícios calistênicos - que usam o próprio peso do corpo sem aparelhos, como polichinelo - e de resistência muscular localizada - abdominais e flexões de braço. A força também pode vir do treino nos aparadores e nos sacos de pancada. Já a velocidade vem da parte chamada de "luvas", quando os companheiros de treino lutam entre si. "Nessa parte, estimula-se a velocidade de reação, a resistência e a agilidade, com o aprendizado dos gestos e melhor condicionamento", diz Fabricio Del Vecchio. "É ali que a técnica é colocada em ação, aumentando ainda mais o sucesso."
Coordenação motora afiada
Não são todos que conseguem chutar ou defender com o lado esquerdo do corpo. Segundo o professor Fabricio Del Vecchio, o exercício mental exigido pelo Muay Thai é grande. "O estímulo à interação entre Sistema Nervoso Central e o Aparelho Locomotor (ossos, músculos e articulações) é o que proporcionará esse desenvolvimento", afirma o especialista. Como? "A partir da execução de socos com o seu braço não dominante, por exemplo, e bloqueio de chutes com a sua perna mais fraca, sem perder o equilíbrio."
fonte: Portal Minha Vida
sábado, 29 de junho de 2013
Alimentos termogênicos dão disposição extra nos treinos
Alimentos como gengibre, pimenta, café e chá verde, que são considerados termogênicos, podem ajudar aos atletas terem mais disposição nos treinos.
Apesar dos alimentos causarem certa polêmica quanto aos seus benefícios, é fato que eles aceleram o metabolismo do corpo humano e dão uma energia extra para os atletas. Em relação ao emagrecimento, alguns especialistas afirmam que a questão não é uma verdade absoluta, já que a queima de calorias com a ingestão desse tipo de alimento é apenas 5% superior ao gasto metabólico normal.
O efeito termogênico para perda de peso não é comprovado cientificamente, porque o percentual é muito pequeno. A proteína, por exemplo, é melhor, pois contribui em 15%. Porém, segundo a Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva, a cafeína é capaz de melhorar a performance esportiva em atletas treinados, quando consumida em porções pequenas e moderadas 3 a 6 mg/ Kg de peso (Ex. Homem 80 kg – 240 mg). De acordo com a instituição, a cafeína exerce maior efeito para retardar a fadiga quando consumida em tablete/cápsula do que na forma de café. Vale ressaltar que superdosagens de cafeína podem causar palpitações, insônia, ansiedade, náusea e irritabilidade.
O uso não é recomendado para pessoas com problemas gástricos, cardiopatias e hipertensão, além de gestantes e crianças. Para um resultado eficaz, é fundamental um plano alimentar (dieta colorida e variada) e a prática regular da atividade física, associando a ingestão diária dos alimentos termogênicos ao cardápio.
fonte: Portal EF
Apesar dos alimentos causarem certa polêmica quanto aos seus benefícios, é fato que eles aceleram o metabolismo do corpo humano e dão uma energia extra para os atletas. Em relação ao emagrecimento, alguns especialistas afirmam que a questão não é uma verdade absoluta, já que a queima de calorias com a ingestão desse tipo de alimento é apenas 5% superior ao gasto metabólico normal.
O efeito termogênico para perda de peso não é comprovado cientificamente, porque o percentual é muito pequeno. A proteína, por exemplo, é melhor, pois contribui em 15%. Porém, segundo a Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva, a cafeína é capaz de melhorar a performance esportiva em atletas treinados, quando consumida em porções pequenas e moderadas 3 a 6 mg/ Kg de peso (Ex. Homem 80 kg – 240 mg). De acordo com a instituição, a cafeína exerce maior efeito para retardar a fadiga quando consumida em tablete/cápsula do que na forma de café. Vale ressaltar que superdosagens de cafeína podem causar palpitações, insônia, ansiedade, náusea e irritabilidade.
O uso não é recomendado para pessoas com problemas gástricos, cardiopatias e hipertensão, além de gestantes e crianças. Para um resultado eficaz, é fundamental um plano alimentar (dieta colorida e variada) e a prática regular da atividade física, associando a ingestão diária dos alimentos termogênicos ao cardápio.
fonte: Portal EF
Conheça sete mitos e verdades sobre refrigerantes
Tanto tempo no mercado foi o suficiente para o surgimento de mitos sobre a ingestão da bebida doce borbulhante, mas há pelo menos uma grande unanimidade entre especialistas em nutrição: ao contrário de um bife, uma laranja ou um brócolis, refrigerante tem valor nutritivo insignificante.
Vicia?
É mito
Especialistas concordam que refrigerante não vicia. Seria necessário beber entre 1 e 2 litros da bebida tipo cola num dia para que o ritmo cardíaco, por exemplo, fosse afetado pela cafeína ou xantina (substância equivalente) contidas.
Açúcar
Equivalente a duas colheres
A partir da quantidade de calorias indicadas em uma lata de refrigerante açucarado, a estimativa é de que haja o equivalente a duas colheres de sopa ou 30 gramas de açúcar por lata de 350 ml.
Dá celulite?
Acusação injusta
Refrigerante não vira celulite sozinho. Predisposição genética conta, e a bebida é um agravante dentro de um conjunto de fatores, inclusive na maior ação do estrogênio nas células de gordura. O sódio presente na bebida contribui para a retenção de líquidos, que também causa o problema.
Corrosão dentária
Acidez danifica
O dentista Marcelo Fonseca, fundador da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, explica que a acidez do refrigerante facilita a penetração no dente da pigmentação escura dos refrigerantes com cola. Bactérias das cáries também gostam de ambientes ácidos, assim como do açúcar contido. "Se pudermos tirar o refrigerante do cardápio, melhor. Escovar os dentes apenas minimiza o efeito", disse Fonseca.
Dopamina
Hormônio do prazer
O refrigerante açucarado tem poder de estimular a produção de dopamina (o hormônio do prazer) pelo cérebro, mas em quantidades semelhantes às de qualquer outro alimento que traga satisfação. Mas pesquisas recentes indicam que obesos precisam de mais consumo de calorias para a mesma produção de dopamina e, por isso, consomem mais.
Absorção de nutrientes
Ruim para o cálcio
Segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho, o fosfato presente na bebida pode prejudicar a absorção de cálcio apenas se consumida junto com a fonte do nutriente. Não há efeito para outros minerais
Água gasosa
Não dá celulite!
Ingredientes que dão o efeito gasoso na bebida só são contraindicados para quem tem problemas gástricos. Atribuir o gás às celulites é mentira.
fonte: Jornal O Globo
Vicia?
É mito
Especialistas concordam que refrigerante não vicia. Seria necessário beber entre 1 e 2 litros da bebida tipo cola num dia para que o ritmo cardíaco, por exemplo, fosse afetado pela cafeína ou xantina (substância equivalente) contidas.
Açúcar
Equivalente a duas colheres
A partir da quantidade de calorias indicadas em uma lata de refrigerante açucarado, a estimativa é de que haja o equivalente a duas colheres de sopa ou 30 gramas de açúcar por lata de 350 ml.
Dá celulite?
Acusação injusta
Refrigerante não vira celulite sozinho. Predisposição genética conta, e a bebida é um agravante dentro de um conjunto de fatores, inclusive na maior ação do estrogênio nas células de gordura. O sódio presente na bebida contribui para a retenção de líquidos, que também causa o problema.
Corrosão dentária
Acidez danifica
O dentista Marcelo Fonseca, fundador da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, explica que a acidez do refrigerante facilita a penetração no dente da pigmentação escura dos refrigerantes com cola. Bactérias das cáries também gostam de ambientes ácidos, assim como do açúcar contido. "Se pudermos tirar o refrigerante do cardápio, melhor. Escovar os dentes apenas minimiza o efeito", disse Fonseca.
Dopamina
Hormônio do prazer
O refrigerante açucarado tem poder de estimular a produção de dopamina (o hormônio do prazer) pelo cérebro, mas em quantidades semelhantes às de qualquer outro alimento que traga satisfação. Mas pesquisas recentes indicam que obesos precisam de mais consumo de calorias para a mesma produção de dopamina e, por isso, consomem mais.
Absorção de nutrientes
Ruim para o cálcio
Segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho, o fosfato presente na bebida pode prejudicar a absorção de cálcio apenas se consumida junto com a fonte do nutriente. Não há efeito para outros minerais
Água gasosa
Não dá celulite!
Ingredientes que dão o efeito gasoso na bebida só são contraindicados para quem tem problemas gástricos. Atribuir o gás às celulites é mentira.
fonte: Jornal O Globo
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Tireoide e a atividade física: o atleta depende do seu funcionamento
Glândula pode ser comparada ao principal motor do nosso organismo, que com seus hormônios em níveis normais, beneficia todos os órgãos.
A tireoide é uma glândula que pode ser comparada ao principal motor do nosso organismo. Com seus hormônios em níveis normais e equilibrados, todo o corpo e seus órgãos se beneficiam. O esportista e o atleta dependem muito do seu funcionamento, para que a pratica esportiva consiga seus objetivos normalmente.
Quando por alguma razão ela aumenta a produção dos seus hormônios T3 e T4, ultrapassando os limites, teremos uma doença, o hipertireoidismo com seus efeitos gerais e principalmente cardiocirculatórios, que iremos enumerar: arritmias cardíacas (pulsação mantida acelerada, em média acima de 100/minuto em repouso, falhas nos batimentos), fraqueza muscular, osteoporose, emagrecimento patológico, distúrbios intestinais, insônia, irritabilidade, distúrbios menstruais e outras.
Não podemos deixar de lembrar do risco das terríveis fórmulas para emagrecer com doses elevadas antifisiológicas de hormônios de tireoide, produtos proibidas pela ANVISA e não recomendadas pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia.
A glândula tireoide está situada na frente dos anéis da traqueia, entre o pomo de adão (proeminência da laringe no meio da região anterior do pescoço) e a base do pescoço
Agora vale chamar a atenção aos vários conhecidos produtos, com doses altamente perigosas desses hormônios, vendidos na internet e utilizados, sem preocupação por corredores e outros esportistas: os “fatburns” ou queimadores de gordura e coisas parecidas, além de alguns energéticos/estimulantes que contém doses elevadíssimas principalmente do T3 e do T4. Caso tenham em mãos esses produtos da internet procurem ler o rótulo, o T3 está escrito como triodotironina e o T4, tetraiodotironina.
Procure ajuda médica
O seu uso por alguns dias tem enorme chance de provocar disfunção definitiva da tireoide além de distúrbios cardíacos. O corredor ou esportista com suspeita de hipertireoidismo, deve imediatamente procurar o médico. Em curto prazo acabará com sua performance e o risco de complicações sérias pode acontecer. O médico costuma pedir a dosagem do TSH que é o hormônio que estimula a tireoide a se manter funcionando sem interrupções, quando ele está abaixo do normal significa que a tireóide está funcionando em excesso , provavelmente em hipertireoidismo, produzindo muito T3 e T4.
Concluindo sobre essa glândula tão fundamental para o corpo humano funcionar regularmente. A avaliação de atletas profissionais e esportistas ativos, tem como obrigatória sempre, a pesquisa laboratorial do funcionamento da tireoide como rotina, para que não tenhamos surpresas que atrapalhem as performances como cansaço anormal, sudorese exagerada etc, além de detectarmos doenças hormonais graves nos esportistas, principalmente as mulheres.
fonte: Portal Eu Atleta
A tireoide é uma glândula que pode ser comparada ao principal motor do nosso organismo. Com seus hormônios em níveis normais e equilibrados, todo o corpo e seus órgãos se beneficiam. O esportista e o atleta dependem muito do seu funcionamento, para que a pratica esportiva consiga seus objetivos normalmente.
Quando por alguma razão ela aumenta a produção dos seus hormônios T3 e T4, ultrapassando os limites, teremos uma doença, o hipertireoidismo com seus efeitos gerais e principalmente cardiocirculatórios, que iremos enumerar: arritmias cardíacas (pulsação mantida acelerada, em média acima de 100/minuto em repouso, falhas nos batimentos), fraqueza muscular, osteoporose, emagrecimento patológico, distúrbios intestinais, insônia, irritabilidade, distúrbios menstruais e outras.
Não podemos deixar de lembrar do risco das terríveis fórmulas para emagrecer com doses elevadas antifisiológicas de hormônios de tireoide, produtos proibidas pela ANVISA e não recomendadas pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia.
A glândula tireoide está situada na frente dos anéis da traqueia, entre o pomo de adão (proeminência da laringe no meio da região anterior do pescoço) e a base do pescoço
Agora vale chamar a atenção aos vários conhecidos produtos, com doses altamente perigosas desses hormônios, vendidos na internet e utilizados, sem preocupação por corredores e outros esportistas: os “fatburns” ou queimadores de gordura e coisas parecidas, além de alguns energéticos/estimulantes que contém doses elevadíssimas principalmente do T3 e do T4. Caso tenham em mãos esses produtos da internet procurem ler o rótulo, o T3 está escrito como triodotironina e o T4, tetraiodotironina.
Procure ajuda médica
O seu uso por alguns dias tem enorme chance de provocar disfunção definitiva da tireoide além de distúrbios cardíacos. O corredor ou esportista com suspeita de hipertireoidismo, deve imediatamente procurar o médico. Em curto prazo acabará com sua performance e o risco de complicações sérias pode acontecer. O médico costuma pedir a dosagem do TSH que é o hormônio que estimula a tireoide a se manter funcionando sem interrupções, quando ele está abaixo do normal significa que a tireóide está funcionando em excesso , provavelmente em hipertireoidismo, produzindo muito T3 e T4.
Concluindo sobre essa glândula tão fundamental para o corpo humano funcionar regularmente. A avaliação de atletas profissionais e esportistas ativos, tem como obrigatória sempre, a pesquisa laboratorial do funcionamento da tireoide como rotina, para que não tenhamos surpresas que atrapalhem as performances como cansaço anormal, sudorese exagerada etc, além de detectarmos doenças hormonais graves nos esportistas, principalmente as mulheres.
fonte: Portal Eu Atleta
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Exercício aeróbico e musculação: atividades que se complementam
Treinamentos concorrentes (força e resistência) são mais eficazes para a hipertrofia do que o exercício com peso sendo usado de forma isolada.
A associação do treinamento de resistência (endurance) com o treinamento de força é um conceito que passou por inúmeras controvérsias. Nos anos 70, quando surgiu a enorme ênfase da importância dos exercícios aeróbicos e o chamado método de Cooper prevalecia, os adeptos dos exercícios de endurance consideravam inadmissível associar exercícios aeróbicos com exercícios de força.
Da mesma forma, os praticantes de musculação, não aceitavam associar exercícios com pesos à prática de exercícios aeróbicos. Ambas as “facções” alegavam que exercícios de resistência e exercícios de força quando praticados de forma concorrente interferiam de forma negativa nos respectivos propósitos.
Com a evolução dos conceitos da fisiologia do exercício, pouco a pouco esta ideia foi se modificando. Atualmente já se considera uma necessidade associar ambas as formas de atividade, principalmente por serem complementares.
Na realidade, quem pratica musculação sabe da necessidade de contemplar também seu condicionamento aeróbico com exercícios de resistência, assim como os programas de treinamento aeróbico sempre são associados ao fortalecimento muscular. O que parecia ser a conclusão, até então, é que uma forma de atividade simplesmente não prejudicava a outra. A evolução desse conceito passa a ser a hipótese do benefício interativo das duas formas de atividade, desde que se sigam algumas premissas.
Este tema foi abordado no recente congresso anual do Colégio Americano de Medicina Esportiva em Indianápolis que tivemos a oportunidade de participar. Um simpósio com especialistas no assunto estabeleceu as seguintes conclusões:
- Programas de exercícios concorrentes (força e resistência) são mais eficazes para melhora de resistência do que o exercício aeróbico isolado.
- Exercícios concorrentes são mais eficazes para hipertrofia do que o exercício de força. As evidências apontadas são cientificamente embasadas em estudos detalhados de expressão gênica de fatores responsáveis pelos respectivos efeitos, tornando as conclusões extremamente convincentes.
fonte: Portal Eu Atleta
A associação do treinamento de resistência (endurance) com o treinamento de força é um conceito que passou por inúmeras controvérsias. Nos anos 70, quando surgiu a enorme ênfase da importância dos exercícios aeróbicos e o chamado método de Cooper prevalecia, os adeptos dos exercícios de endurance consideravam inadmissível associar exercícios aeróbicos com exercícios de força.
Da mesma forma, os praticantes de musculação, não aceitavam associar exercícios com pesos à prática de exercícios aeróbicos. Ambas as “facções” alegavam que exercícios de resistência e exercícios de força quando praticados de forma concorrente interferiam de forma negativa nos respectivos propósitos.
Com a evolução dos conceitos da fisiologia do exercício, pouco a pouco esta ideia foi se modificando. Atualmente já se considera uma necessidade associar ambas as formas de atividade, principalmente por serem complementares.
Na realidade, quem pratica musculação sabe da necessidade de contemplar também seu condicionamento aeróbico com exercícios de resistência, assim como os programas de treinamento aeróbico sempre são associados ao fortalecimento muscular. O que parecia ser a conclusão, até então, é que uma forma de atividade simplesmente não prejudicava a outra. A evolução desse conceito passa a ser a hipótese do benefício interativo das duas formas de atividade, desde que se sigam algumas premissas.
Este tema foi abordado no recente congresso anual do Colégio Americano de Medicina Esportiva em Indianápolis que tivemos a oportunidade de participar. Um simpósio com especialistas no assunto estabeleceu as seguintes conclusões:
- Programas de exercícios concorrentes (força e resistência) são mais eficazes para melhora de resistência do que o exercício aeróbico isolado.
- Exercícios concorrentes são mais eficazes para hipertrofia do que o exercício de força. As evidências apontadas são cientificamente embasadas em estudos detalhados de expressão gênica de fatores responsáveis pelos respectivos efeitos, tornando as conclusões extremamente convincentes.
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